Resenha - A Tarefa Árdua e Eterna, de William Moura


Bom dia, galera! Tudo bom com vocês? Chega aqui pra saber o que essa nova série está nos proporcionando.

⭐⭐⭐⭐⭐⭐

Clique na foto para ler o episódio!
Sinceramente, quando o William disse que ia criar uma nova história, pensei que seria algo normal ou, vamos dizer, clichê. Mas a série A Tarefa Árdua e Eterna é totalmente diferente e, de um ponto de vista, é bem interessante acompanhar como é o trabalho da Morte. É bem parecido com que vemos em Percy Jackson e em Triangulo do Medo (não vou dizer o motivo, veja o filme e vai entender).

Mas vamos ao que interessa. O segundo episódio da série nos trás um interessante debate de opiniões. Será que é certo perder alguém que a gente ama? Ou até mesmo sentir-se triste por alguém que morreu? Neste episódio vemos como a Morte tem um trabalho, de certa forma, muito bom. O jovem Alexei, um grande físico, amado por todos e seguido por muitos, tinha uma grande ideia: criar uma arma nuclear que poderia matar milhões de pessoas. E o que a Morte decide fazer? Vou matar um, evitando a morte muitos.

As vezes não sabemos o propósito de morrer, porém, é necessário que as coisas aconteçam. Não sabemos o que pode acontecer daqui alguns anos.


MATEUS SANTOS

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