Tormento dos Céus - Livro 01 - O Torneio







PRÓLOGO


Em constante revisão.


. . .


Faz dois dias que saiu do inferno e no pouco tempo que ficou por lá o mundo que conhecia entrou em colapso. A ordem foi quebrada, cidades inteiras tornaram-se cinzas e as raças foram escravizadas. Fome e miséria estão por toda parte, famílias inteiras são massacradas. As estradas estão vazias e o comércio se tornou obsoleto. O verde das florestas desapareceu e muitos dos animais também. A energia da natureza quase não pode ser sentida. Os reinos caíram e apenas uma cidade sobreviveu a tudo isso.

Azaroth, a capital que abriga a sede da guilda das trevas responsável por tudo. A garota não segurou o sorriso ao pensar na cara que os três farão quando a virem. Mas antes de encontrá-los tem trabalho a fazer: levar a sentença de morte a todos que colaboraram para o que aconteceu.

Primeiro os insignificantes, como um aviso, e então acabará com Ghory, Kaleb e por último, Ernest, mesmo que isso lhe custe a vida. Não que ela se importe, a morte a consumiu uma vez e ela está pronta para a segunda.

O alvo inicial é uma família de comerciantes residentes em uma província próxima à capital. Restaram poucas casas intactas, e a deles é uma delas. A faixada é branca, pintada recentemente. A escada na entrada é madeira das florestas elficas, assim como o entalhe na porta. A construção tem dois andares e pelo que observou quatro quartos na parte superior. O edifício mais próximo fica no fim da rua, mas não parece ser habitado. Poderia se divertir com eles o quanto quisesse e ninguém perceberia. Esperou paciente todos saírem antes de invadir. O interior luxuoso, de paredes vermelhas e móveis muito bem posicionados. Viu dois sofás e uma mesa no centro, que sustentava um vaso com desenhos que só podem ter sido feitos pelos sereianos. Pequenos pontos de luz estão espalhados pelo cômodo e parecem ser conectados ao abajur principal ao lado do sofá. Mais a frente um lance de escadas leva ao segundo andar. São quatro cômodos, um para visitas e os outros dos moradores e há também um banheiro de uso geral. Há muitos espelhos nesse nível. O quarto do filho mais velho é organizado: cama, armário e uma escrivaninha. Nada parecido com os aposentos dos pais ou do irmão que são cheios de mobílias delicadas fabricadas apartir de materiais raros. É um insulto que materiais tão bons estejam nas mãos de gente tão baixa. Somente depois de percorrer cada centímetro da casa ela parou e se olhou em um dos espelhos. Está irreconhecível, os olhos roxos de cansaço pois não dorme desde que voltou. Os cabelos desgrenhados, a roupa rasgada suja de lama e sangue, as unhas quebradas, os pés parecem cascos decavalo. Essa imagem não lembra em nada o que ela já fora. Precisa de um banho, mas isso será depois da festa. Desceu as escadas e sentou-se no sofá, que permite visualizar a porta, e esperou.

A noite chegou trazendo frio e escuridão, tomando conta do lugar. Os convidados chegaram, rindo como se nada estivesse errado. Pai, mãe, dois filhos. Não notaram a quinta pessoa que partilhava espaço com eles até que ela ligou o abarjur, inundando o cômodo de luz.

        - Olá. - a família se virou de imediato, o espanto no rosto deles a divertiu.

        - Q-quem é você? O que quer aqui? - disse o chefe da família.

Eles são engomados. O pai, humano, cerca de quarenta anos, cabelos grisalhos, rosto firme, expressões fortes, roupas de tom vermelho escuro e preto. A esposa é loira, jovem, olhos verdes, o cabelo preso em um coque, um vestido branco até os joelhos sem mangas, colar e brincos de pérola. O filho mais velho se parece com a mãe, traços mais delicados e finos, os mesmo olhos. Aparenta ser o mais simples pelas roupas gastas, remendadas. O garoto menor é como o pai, moreno, traços expressivos, olhos firmes para alguém tão novo. - Responda!

        - Tenho perguntas. - ela não ligou para a irritação que ele tentava transmitir. - se me falar o que desejo saber nada irá acontecer - mentir é mais fácil e limpo. Quando souber tudo que precisa eles serão descartáveis.

        - E se eu me recusar, elfa? - não vai fazer diferença. Ela podia descobir com as próximas vítimas. No entanto, quanto antes souber o que está acontecendo melhor será.

        - Humm. Não pensei nisso direito, imaginei que diria de boa vontade - ela suspirou e esperou pela resposta. Era visível o quanto a mulher e o filho mais novo estavam amedrontados. Os outros homens também estavam mas escondiam muito bem. Sem nenhuma palavra ela continuou - bem, darei duas opções: a primeira é me responder e a segunda - ela deu um risinho - é você escolher qual dos três vou torturar e matar primeiro até que você me responda. O que acha? - agora o pânico havia invadido o rosto da família. Perceberam que não havia como fugir? Ou será que estavam paralisados de medo? Qualquer que fosse o motivo de estarem imóveis a encarando, ela preferia assim. Seria irritante ir atrás de coelhos fujões.

        - Se encostar um dedo em minha família - agora sim. O rosto do homem ficou sério. - acabo com sua raça. Se algo nos acontecer o Mestre irá atrás de você.

Ernest? Ou seria Kaleb? Quando se tratava de humanos o mago sempre tomava as rédeas, assim como Ghory e Ernest com anjos e elfos. Ele vai falar. Por bem ou por mal.

        - Não se preocupe, eu mesma vou ter uma conversa com seu Mestre. Mas antes, falarei com você. - ela se levantou e andou em direção a eles - tudo bem. Pensou nas opções que te dei? - enquanto se aproximava reparou no modo como a olhavam. Sim, ela tinha consciência do próprio estado.

        - Não se aproxime! - o homem gritou, se colocando na frente da esposa e filhos. - ou...

        - Ou o quê!? - os olhos dela brilharam de ódio, uma raiva tão intensa que podia esmagar a sala em um instante. - muito cuidado com o que vai dizer humano.

Certo, ela pode assustar, mas ainda precisa de respostas. Pensou por alguns segundos antes de dizer:

        - Ah, sentem-se por favor - e apontou para o sofá - vamos conversar e acabar logo com isso. - relutantes, se olharam, e fizeram como ela mandou.

        - Podemos começar?

        - Prometa que não fará nada com minha família.

        - Se eu confiar em suas palavras.

        - Certo - os batimentos dele ainda estavam altos. - o que quer saber?

        - Primeiramente, como tudo isso aconteceu? - ela ouviu histórias nos últimos dias, mas nada detalhado.

        - No início, tudo parecia normal. Então começaram a surgir criaturas em locais afastados. Alguns incêndios aqui e ali. E então pessoas começaram a morrer, depois cidades inteiras foram tomadas. Havia um poder que ninguém compreendia, que não pôde ser combatido. De repente a Tormento dos Céus estava por todos os lados. Quem se coloca contra eles acaba morto.

        - Mas você sempre fez parte. - ela tinha certeza disso. - você serviu como informante de Kaleb por anos.

        - Sim. De fato fiz tudo que pude por minha família - uma sombra pairou no rosto dele. Arrependimento talvez? Não importa, ele faz parte do que está acontecendo. Mesmo um grão de areia é essencial para se formar uma praia.

        - Continue.

O homem prosseguiu enquanto todos ouviam atentamente. Ele contou que os reinos foram caindo um após o outro. Cidades e habitantes sendo massacrados diariamente. Ele não sabia dizer o que houve exatamente nos outros lugares, mas as notícias eram de que um extermínio chegou ao mundo. De que não havia chance de se livrar disso. Falou algo sobre objetos que davam tal poder a Ernest. Um certo orgulho chegou ao rosto dele e foi nesse instante que Valquíria decidiu que não queria mais nada deles.

        - Tudo isso aconteceu em dois meses? - era muita coisa. Quanto poder Ernest tinha nas mãos? Teoricamente ela sabe, mas o que foi posto diante dela é completamente diferente.

        - Dois meses? - os lábios se contraíram em um pequeno sorriso - estamos falando de dois anos.

Não pode ser. Ela tentou se acalmar para não demonstrar as emoções. Foram dois meses no submundo, apenas isso. O coração bateu mais e mais forte, como se quisesse sair do peito. A respiração foi afetada. Por isso Ernest destruiu tudo, teve tempo para isso. Se não tivesse perdido a cabeça nada teria acontecido. Deveria ter terminado quando tive a chance. Deveria ter matado o elfo. Tudo foi escurecendo, como se a cor deixasse de existir, assim como aprópria consciência. Ela evitou pensar no dia em que todos a deram como morta. O elfo estava ao alcance dela, podia matá-lo mas Eliot morreria também então ela se permitiu ser morta. Em duas semanas ele poderia ter sobrevivido mas dois anos? Quais as chances do elfo estar vivo e bem? Ela não encontraria mais ele.

Foi um verdadeiro massacre. A esposa teve o pescoço quebrado, um presente perto do que fez aos homens. O filho mais velho teve osbraços e pernas quebrados e enquanto ele gritava de dor, ela arrancou o coração com as mãos. O mais novo ela estripou enquanto dizia para o chefe da família porque estavam sendo punidos. Não se preocupou com os gritos, queria que soubessem que esteve lá. O homem foi espancado, queimado, esfolado - não necessariamente nessa ordem. Enquanto os assassinava, deixou que tentassem interromper e salvar o familiar e assim um por um foi morto.

A raiva de ter sumido por dois anos inteiros não cabia dentro dela. Como foi tão tola e fraca a ponto de perder tanto tempo. Cada mês no submundo é um ano na superfície. Os pensamentos a invadiram como as ondas de uma represa que se rompeu. Precisou de muito tempo para voltar ao normal e pensar em como prosseguiria a partir disso. Se acalme, Val, a voz deEliot entrou na cabela dela e foi tomando conta até que tudo se ajeitasse e ela enfim se recuperasse da queda. Por fim arrancou os olhos verdes da dama e do filho mais velho. Empilhou o que sobrou dos corpos e acomodou um olho no topo. Guardou o resto. Foi até obanheiro, se lavou na água quente e procurou algumas roupas ques ervissem. Conseguiu uma calça de couro e uma blusa preta. Pegou uma capa no fundo do armário do rapaz e desceu no primeiro andar, em direção à porta. Antes de sair disse:

        - Não se preocupem, o inferno não é tão ruim.


. . . . .


Os dias passaram e ela mandou para o submundo todos que de alguma forma colaboraram para a atual realidade. Comerciantes, joalheiros, carpinteiros, donos de taverna, ladrões, magos, anciões, assassinos, guerreiros. Deixava sempre um olho verde em cima dos corpos. As vezes os mortos tinham esses olhos, mas as vezes tinha que retirar de outra fonte. Não demorou para que os comentários sobre as mortes ganhasse destaque em meio a tudo que acontecia. As pessoas falavam sobre o órgão em todos os corpos, mas apenas uma pessoa entenderia a mensagem.

O aniversário da guilda será comemorado nessa noite. Todos os membros estarão na sede. Será a oportunidade perfeita para finalizar a última missão. Para destruir o império de Ernest e seus seguidores. A elfa sabe tudo sobre eles, quem são os fracos, os rápidos, inteligentes, furtivos, ferozes. Conhece as fraquezas de todos realmente habilidosos e sabe das passagens na fortaleza. Eles podem ter evoluído um pouco, mas Valquíria está mais rápida, mais forte do que jamais foi, mais sombria do que qualquer vampiro e com uma sede de sangue insaciável.

A chuva começou ao anoitecer. O vento chicoteava o rosto, impedindo que tivesse uma visão muito boa. A lama nas botas incomodava tanto quanto o corte de uma adaga e os dedos já estavam congelados nessa altura. Continuou andando a caminho da construção magnífica que Ernest criou. A sede da guilda mais poderosa do mundo.

O prédio é imenso. São três andares. O primeiro é onde são feitas as festas e outros tipos de reuniões, onde fica a cozinha, o caminho para o estábulo, banheiros, salas de treino e armas. O segundo acomoda os dormitórios e o terceiro pertence ao líder e conselheiros. Se ela estiver certa, haverá um rato na entrada cuidando para que nenhum intruso apareça. Não será um dos poderosos, no máximo de potencial mediano. Ela espera que não seja Theo. O garoto sempre foi um puxa-saco mas era divertido, ingênuo, até bom. Eles conversaram muitas vezes, quando ele tinha um tempo livre das ordens de Ghory. Não esteja na entrada Theo, para sua sorte.

Finalmente, ali está o prédio. Há música alta, gargalhadas, copos se chocando um ao outro em brindes. Todo o barulho indica a festa que ela imaginou estar sendo feita. A audição de Valquíria era muito boa antes de ir para o submundo, mas agora está incrivelmente melhor,devido à... Não pense nisso. É bom não lembrar do que aconteceu com ela enquanto esteve morta. Agora nada mais importa porque em breve ela vai retornar e levar consigo o maior grupo de assassinos que o mundo viu.

Era hora dese encontrar com o próprio demônio.

A sede da guilda não mudou nada nos meses - anos - em que Valquíria esteve fora. Não sentiu magia de proteção ali, então entrou. O salão de entrada estava vazio. Ela nunca se cansou de olhar aquele salão. O mármore reluzia diante dos cristais do lustre central. A história da guilda ilustrava as pilastras. As cores eram tão incríveis quanto o momento que elas pintavam. O que todos pensariam se soubessem que metade das imagens são uma farsa?

O balcão, feito unicamente de prata a lembrou de quando conheceu Eliot. Ele não passava de um porteiro quando ela se tornou um membro e tomou o lugar dele. Assim como Theo, alguns anos depois. Se o garoto não tiver feito nada de errado não receberá a punição de cuidar da recepção nessa noite. Vasos de flores decoravam a entrada. Orquídeas negras, as favoritas de Ernest, contrastando perfeitamente com as paredes vermelhas. A iluminação as torna ainda mais belas.

        - Você esconde sua presença muito bem, mas não o suficiente. - um homem estava camuflado desde que ela apareceu, avaliando-a.

        - Impressionante. Quando percebeu que não estava sozinha? - desde antes de entrar ela deveria dizer. A voz dele não é grossa, mas indica ser um homem.

        - Sua técnica é boa, aprendeu com Riley. Certo? - a pessoa que aparecia agora diante dela não passa de um rapaz, humano, deve ter uns quinze anos. Habilidoso.

        - Sim. - o garoto é loiro, olhos claros, se fosse um elfo seria idêntico a Eliot. - impressionada? - um riso malicioso. Ele é mais alto que ela, parece ter músculos mas nada exagerado. Um assassino precisa ser furtivo, simples e eficaz.

        - Nem um pouco. Seus batimentos cardíacos aumentaram quando coloquei os pés aqui, e isso é um grande erro. A eficácia dessa habilidade depende da frieza. - o rosto dela estava quase inteiramente coberto pela capa, mas o sorriso era visível.

        - Onde viu essa técnica? - ele ainda a observava, com cuidado, os olhos presos na garota, cauteloso.

        - Tem certeza de que pode conversar com um desconhecido? Seus pais não te ensinaram que um estranho pode ser mal-intencionado? - ela se voltou para as pilastras, pensando em Eliot. O rapaz é muito parecido.

        - Ah, não ligo, eu tô entediado aqui, sabe. - ele disse dando de ombros e se apoiando no balcão - E desde que você permaneça onde está, não teremos problema. Quem sabe não passamos o tempo nos divertindo. - o sorriso malicioso voltou ao rosto do jovem, enquanto ele a olhava atentamente.

        - Você faria o favor de me deixar passar sem interferir? - ela virou os olhos para ele - sei que tem ordens de impedir qualquer um que tentar, mas infelizmente eu não sou uma pessoa qualquer. Tenho assuntos a tratar e o matarei se entrar em meu caminho. - rosto do garoto não mudou de expressão. Ele estava ficando ancioso, o coração agitando, mas teve a decência de manter o rosto inexpressivo. - se ir embora agora talvez saia vivo no fim. O que acha?

        - Que você é uma vadia louca - e riu - mesmo que consiga passar por mim, o que é impossível, será morta lá dentro.

        - Então acho que vou ter que passar por você primeiro.

Ela se virou para a porta e andou. O rapaz desapareceu nas sombras. Usar uma técnica tão traiçoeira quanto essa. Que ingênuo. Valquíria continuou caminhando, ele faria o primeiro movimento.

De novo o garoto não foi frio o suficiente e a elfa percebeu a presença dele atrás dela. Espere. Espere. E no momento certo, como ela preveu ele saiu da sombra dela, as adagas nas mãos. Seria um golpe limpo, fatal. Antes que fosse bem sucedido... ela desapareceu.

        - Como? - Valquíria puxou a cabeça dele para trás e o esfaqueou pelas costas. Bem no coração. Ela pôde ver os olhos dele, arregalados de medo.

        - Essa técnica que Riley te ensinou? Bem, eu ensinei a ela. E antes disso, eu a criei. - não demorou para a morte encontrar o garoto.

Valquíria entrou no salão barulhento, havia música e bebida para todos. As duas grandes mesas que se estendiam pelo salão estavam lotadas de comida. Eram jarras e jarras de vinho. No canto havia muitos barris de cerveja. O grande salão da guilda era simples, nada como a entrada.

Conforme entrava o silêncio ia surgindo até que na metade do salão a música parou e o único som foi o vácuo se formando, como se até o vento entendesse que não deveria fazer ruídos. Ela olhou cada um deles:os humanos e anões, os elfos, ogros, meio ogros, os druidas com suas criaturas sempre por perto e até mesmo os que estavam tranformados. Os vampiros eram os que Valquíria menos gostava. Eles tinham cheiro de morte e arrepiavam até mesmo ela. As putas que estavam no colo de alguns homens se levantaram e começaram a ir embora. Pelo menos não eram burras a ponto de ficar lá quando o silêncio ensurdecedor parecia com os tambores que anunciavam achegada dos exércitos ao campo de batalha.

Lentamente, baixou o capuz para que todos a vissem. Ela agora está melhor do que alguns meses atrás, quando retornou à superfície. Os cabelos negros estão mais compridos, ainda molhados da chuva. O rosto está mais cheio, a cor voltou com o tempo. A única diferença é o pedido de sangue que emana dos olhos da assassina da guilda. Ela conhece muitos ali. Alguns deviam ser novos. Mas nesse momento, depois de tanta espera não importa quem é conhecido e quem não é.

        - Ernest - Valquíria olhou para o líder da guilda sentado alguns lances de escada acima. Cerca de vinte metros distante. - Eu vim te matar.

Todos nogrande salão se levantaram imediatamente e se preparam para esmagá-la. O que eles não sabiam, é que era a vez dela de matar.










Vamos voltar algum tempo para que você entenda como a história chegou nesse ponto. Acho que cinco anos está de bom tamanho.

Respire fundo, vamos lá.

. . . . .


Eai, o que achou do começo da nossa jornada? Continua comigo que a história só vai melhorar.

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