O Assassino da Internet: 7º Capitulo
NO CAPITULO ANTERIOR...
No Colégio Elite Brasil, Isabelle estava andando pelos corredores. Ela, depois de falar com Vinicius, estava voltando para seu dormitório.
(Isabelle) Tenho que acabar com isso!
Mas, para acabar com Isabelle...
(Alex [aparecendo na frente de Isabelle]) Ora, ora, ora! Olha quem temos aqui!
Isabelle, que não estava com paciência, parou e olhou seriamente para Alex; a pessoa que ela menos gostava no Colégio Elite Brasil.
(Isabelle [com tom arrogante]) O que é?!
(Alex [com tom sarcástico]) Nossa, o que foi?
(Isabelle [com tom arrogante]) Nada, só não gosto de você!
(Alex [rindo]) Nossa, é sério? Você não gosta de mim, é?
(Isabelle [irritada]) É, é isso mesmo... Não gosto de você! Agora, se puder me dar licença...
Isabelle tentou passar, porém, foi impedida por Alex, que segurou seu braço.
(Alex [em tom agressivo]) Escuta aqui, garota, para com essa palhaçada!
(Isabelle [com medo e nervosa]) Me solta, Alex... Você tá me machucando!
(Alex [em tom agressivo]) Você me entendeu?! Pare com essa palhaçada! Eu gosto de vocês, e não quero virar inimigos de vocês... Eu nem sei por que você fica com essa cisma comigo...
(Isabelle [nervosa]) Porque você tem um jeito estranho, um jeito que eu não gosto!
(Alex) Mas eu não sou do mal.
(Isabelle [olhando nos olhos de Alex]) Não é o que parece, você está quase quebrando o meu braço!
(Alex) Será que você pode parar de ficar com essa cisma comigo, senão...
(Isabelle [em tom arrogante]) Senão o quê?!
(Alex) Senão as coisas vão ficar bem desagradáveis!
(Isabelle) Tudo bem, eu vou tentar me lembrar, agora, será que tem como você me soltar?
(Alex [soltando Isabelle]) Sim.
(Isabelle) Obrigada!
Isabelle começou a andar, porém, algo aconteceu... Foi tudo muito rápido...
(Alex [puxando o braço de Isabelle]) Mas antes...
Alex pegou Isabelle e a beijou, intensamente. Ele a beijou de tal forma, que ficou completamente sem raciocínio.
(Isabelle) Tenho que acabar com isso!
Mas, para acabar com Isabelle...
(Alex [aparecendo na frente de Isabelle]) Ora, ora, ora! Olha quem temos aqui!
Isabelle, que não estava com paciência, parou e olhou seriamente para Alex; a pessoa que ela menos gostava no Colégio Elite Brasil.
(Isabelle [com tom arrogante]) O que é?!
(Alex [com tom sarcástico]) Nossa, o que foi?
(Isabelle [com tom arrogante]) Nada, só não gosto de você!
(Alex [rindo]) Nossa, é sério? Você não gosta de mim, é?
(Isabelle [irritada]) É, é isso mesmo... Não gosto de você! Agora, se puder me dar licença...
Isabelle tentou passar, porém, foi impedida por Alex, que segurou seu braço.
(Alex [em tom agressivo]) Escuta aqui, garota, para com essa palhaçada!
(Isabelle [com medo e nervosa]) Me solta, Alex... Você tá me machucando!
(Alex [em tom agressivo]) Você me entendeu?! Pare com essa palhaçada! Eu gosto de vocês, e não quero virar inimigos de vocês... Eu nem sei por que você fica com essa cisma comigo...
(Isabelle [nervosa]) Porque você tem um jeito estranho, um jeito que eu não gosto!
(Alex) Mas eu não sou do mal.
(Isabelle [olhando nos olhos de Alex]) Não é o que parece, você está quase quebrando o meu braço!
(Alex) Será que você pode parar de ficar com essa cisma comigo, senão...
(Isabelle [em tom arrogante]) Senão o quê?!
(Alex) Senão as coisas vão ficar bem desagradáveis!
(Isabelle) Tudo bem, eu vou tentar me lembrar, agora, será que tem como você me soltar?
(Alex [soltando Isabelle]) Sim.
(Isabelle) Obrigada!
Isabelle começou a andar, porém, algo aconteceu... Foi tudo muito rápido...
(Alex [puxando o braço de Isabelle]) Mas antes...
Alex pegou Isabelle e a beijou, intensamente. Ele a beijou de tal forma, que ficou completamente sem raciocínio.
NO CAPITULO DE HOJE...
(Cena 1)
No Hospital, Lúcia estava nervosa. Estava preocupada com Luciana, ela sabia que a amiga estava fora de perigo, porém, estava naquela aflição. Lúcia, entrando no quarto para conversar com Luciana, guardou seu celular dentro do bolso.
(Lúcia) Luciana?
Luciana, que estava virada para o outro lado, virou para olhar a amiga.
(Luciana) Oi.
(Lúcia) Como você está?
(Luciana) Bem melhor. Já poderia sair daqui atirando em todo mundo.
(Lúcia [rindo]) Quer saber de uma novidade?
(Luciana [empolgada]) O que?!
(Lúcia [sorrindo]) O Victor me chamou pra jantar.
(Luciana) Sério?
Lúcia confirmou, positivamente.
(Luciana) E que horas ele vem te buscar?
(Lúcia) As nove...
(Luciana) Que bom...
(Lúcia) Eu sei.
Lúcia e Luciana ficaram sorrindo uma para a outra.
(Cena 2)
Na Empresa de Gabriel, Lúcio foi até a sala de seu chefe para dar um recado.
(Lúcio) Gabriel...
(Gabriel) Diga, Lúcio.
(Lúcio) Tem algumas pessoas querendo falar com você.
(Gabriel [pensativo]) Quem?
(Lúcio) Disseram que são criadores de sites de bate-papo.
(Gabriel) Ah, sim, eu pedi para eles virem até aqui. Peça a eles para virem até a minha sala.
(Lúcio) Certo!
Lúcio fechou a porta. Alguns segundos depois, três pessoas, dois homens e uma mulher, entraram na sala de Gabriel.
(Gabriel [se ajeitando em sua cadeira]) Que bom que vocês vieram.
(Lorenzo [apertando a mão de Gabriel]) É claro que íamos vir.
(Lara [apertando a mão de Gabriel]) A gente tinha que vir.
(Afonso [apertando a mão de Gabriel]) O senhor é um grande destaque no mundo da tecnologia.
(Gabriel [sorrindo]) Ah, obrigado. Bom, é... por favor, sentem-se.
Os três se sentaram e olharam para Gabriel.
(Lara) E o que o senhor quer conosco?
(Gabriel) Bom, eu sei que vocês são os melhores criadores de sites...
(Afonso) Isso é verdade.
(Gabriel) E eu queria que vocês criassem um site meio que igual ao Facebook, será que vocês me entendem?
(Lorenzo) Hum, eu acho que já entendi... O senhor quer um site onde as pessoas possam se relacionar e outras coisas.
(Gabriel) Mais ou menos isso... Na verdade, eu quero um site de bate-papo, mas, nesse site eu queria que as pessoas pudessem conversar com privacidade.
(Lara) Entendi. Você quer uma sala de bate-papo, mas onde as pessoas possam ter as suas conversas privadas.
(Gabriel) Isso. E será que dá para fazer um site assim?
(Afonso) É claro. É só o senhor dizer qual será o nome do site, e o que o senhor quiser nele, que ele terá.
(Gabriel) Muito bem.
(Lorenzo) E qual será o nome do site?
(Gabriel) TheFace.com, assim está bom?
(Lara) Eu acho que dá para colocar, não acha meninos?
(Afonso) Com toda a certeza...
(Gabriel) Então, vamos aos preparativos?
(Lorenzo) Claro.
Gabriel retirou de uma gaveta, que estava a sua direita, três pastas de cor parda e dando para cada um deles. Nelas continha tudo que ele queria no site... E se ele estivesse na direção certa, ele ia ganhar bastante dinheiro com aquele site de bate-papo.
(Lara [abrindo uma das pastas]) Nossa, você pensou em bastante coisa.
(Gabriel) Isso foi fácil.
(Lorenzo) Quanto vamos ganhar?
(Gabriel) Bom, se o site tiver sucesso, vocês iram ganhar 200 milhões de reais cada um, e além, de serem contratados por minha empresa.
(Lara) Aceitamos.
(Gabriel [apertando a mão de cada um]) Que bom! Agora, podem vir comigo, por favor?
(Lorenzo, Lara e Afonso) É claro.
Gabriel, se levantando de sua cadeira, os dirigiu para fora de sua sala; e eles caminharam por um corredor, onde tinha várias salas, e cada uma com mais de 200 pessoas trabalhando. Cada uma com uma tecnologia em preparação. Quando eles chegaram ao fim do corredor, encontraram um elevador. Os quatro entraram e subiram até o andar 15; chegando lá em menos de 50 segundos. Quando a porta do elevador se abriu, duas pessoas entraram (cumprimentando Gabriel com um: Olá, senhor!), e eles saíram. Andaram por mais um corredor e chegaram a uma porta preta, onde jazia uma placa dourada dizendo: “Sites e Designers”.
(Gabriel [abrindo a porta]) Bem-vindos a sala de vocês!
Quando a porta se abriu, os três (Lorenzo, Lara e Afonso) ficaram surpresos com a quantidade de computadores ali presentes. Tinha mais de seis computadores, e cada um deles ligados a internet. A sala tinha uma grande mesa no centro; e nos cantos, uma geladeira.
(Lara [surpresa]) Gabriel, você mandou muito bem!
(Gabriel) Obrigado... Agora, eu quero uma coisa de vocês...
Lara, Lorenzo e Afonso olharam para Gabriel.
(Gabriel) Eu não quero que o site fique Online enquanto eu não vê-lo e dizer se está ótimo.
(Afonso) Pode ter certeza disso.
(Gabriel) Muito bem, então, podem começar.
Os três, com um sorriso enorme no rosto, foram para cada computador disponível.
(Cena 3)
No Colégio Elite Brasil, Alex beijava Isabelle. Ela ficou sem ação... Só que algo fez ela voltar a si, quando viu que era Alex Borges; a pessoa que ela menos gostava.
(Isabelle [com raiva]) O que você fez?!
(Alex) Só te dei um beijo.
Isabelle, com ódio, deu uma tapa no rosto de Alex.
(Isabelle [com raiva]) Nunca mais faz isso, entendeu?! Nunca mais! Seu doido!
Isabelle, com completa raiva, saiu do corredor e correu para seu quarto.
(Alex) Bem que você gostou do beijo... Mas me aguarde Isabelle, você vai ser a próxima.
Alex acariciando onde Isabelle dera a tapa, voltou para seu quarto.
(Cena 4)
Na Casa de Diego, Tobi estava com seu Advogado. Se eles queriam a guarda de Diego, tinha que fazer de tudo. Sirley tinha ido até a cozinha para pegar três xícaras de café; depois dos três se acomodarem no sofá, eles começaram a conversar.
(Advogado) Então, vocês querem lutar para ter a guarda do garoto?
(Sirley [tomando um gole de café]) É claro! O senhor acha que queremos perder aquela grana toda dele?
(Advogado) Bom, o único problema é que se ele não quiser ficar com vocês, ele pode ficar com essa tal delegada.
(Tobi [bebendo de um gole o café]) Mas você vai fazer de tudo para não perdermos essa guarda... Porque sabe que estamos te pagando muito bem para isso!
(Advogado [tomando um gole de café]) Eu sei disso! Agora, vocês sabem o porquê do garoto não querer ficar com vocês, não sabem?
(Sirley) Não fazemos a mínima ideia!
(Advogado) Vocês praticamente maltratam o menino!
(Tobi) Escuta aqui: eu não pago para você achar como devemos tratar aquele pivete.
(Advogado) Se vocês querem ter a guarda desse garoto e a grana dele, é melhor tratar ele bem.
(Sirley) O que você quer dizer com isso?
(Advogado [se ajeitando no sofá]) O garoto quer ficar com aquela delegada porque ela o trata bem... Se vocês tratarem ele bem, vocês podem ter a grana dele e a guarda dele.
(Tobi) Você tem certeza disso?
(Advogado) É claro. Se vocês tratarem ele bem, em minha opinião, ele vai ver que vocês mudaram.
(Sirley) E se ele quiser, do mesmo jeito, ficar com ela?
(Advogado) Ai, pelo visto, vocês vão ter que lutar pela guarda dele, na justiça.
(Tobi) Então, vamos fazer isso, meu amor.
(Sirley) Fazer o que?
(Tobi) Passar a tratar o Diego como um príncipe.
O filho de Tobi e Sirley apareceu, com dois amigos.
(Arthur [pegando a chave de sua casa]) Mãe, pai, to saindo.
(Sirley) Aonde você vai, Arthur?
(Arthur) Vou até a casa do Vitor. Ele e eu vamos jogar videogame.
(Tobi) Tudo bem, mas não volta tarde!
(Arthur) Ei, eu tenho 16 anos, posso chegar pelo menos meia-noite, não?
(Sirley [rindo]) Pode chegando onze da noite, escutou, moçinho?
(Arthur) Tudo bem, vamos.
Os amigos de Arthur, se despedindo dos pais de Arthur, saíram da casa.
(Sirley [sorrindo]) Ai, ele não é lindo?
(Tobi) Sim.
(Advogado) É assim que vocês têm que tratar o Diego.
(Sirley) Como tratamos o Arthur?
(Advogado) Sim. E se for possível, tratar-lo melhor do que o seu próprio filho... Se vocês querem a grana dele.
(Tobi) Tem certeza?
(Advogado [se levantando do sofá]) Já disse que tenho! Olhem, eu vou indo... Tenho outros casos para resolver.
(Tobi [se levantando do sofá]) Tudo bem.
(Advogado) Tenham certeza de uma coisa: se vocês fizerem o que eu disse, vão conseguir pegar a grana desse garoto.
(Sirley) Vamos tentar.
(Advogado) Bom, vou indo.
(Sirley) Eu te acompanho até a porta.
(Advogado) Ah, não precisa... Eu sei o caminho. Bom, até.
O Advogado, apertando a mão de Sirley e Tobi, foi até a porta e foi embora.
(Tobi [sentando-se no sofá]) Será que ele tem razão?
(Sirley [sentando-se no sofá]) Não sei. Mas não custa nada tentar.
(Tobi) Só sei que vai ser uma missão impossível!
(Sirley [sorrindo]) Amor...
(Tobi) Oi.
(Sirley [sorrindo]) Não tem ninguém em casa... Eu estava pensando em...
(Tobi [sorrindo]) Hum... Então... Vamos!
Tobi, que não se agüentou, começou a beijar Sirley; que retribuiu o beijo. Eles começaram o beijo pela sala. Tobi, agarrando Sirley, foi para o quarto; com completa intenção de fazer sexo e amor com a sua esposa. Chegando ao quarto, ele tirou sua calça e sua camisa; depois ele foi até Sirley e tirou sua blusa e sua calça. Dali em diante, os dois não pararam mais.
(Cena 5)
No Colégio Elite Brasil, Loren tinha ido atrás de Rachel em seu quarto. Loren, que já estava arrumada, bateu na porta e viu que ninguém atendeu. Ela ficou preocupada. Por que ninguém atendeu a porta? Porém, suas duvidas acabaram na hora que ela ouviu a voz de Rachel vindo do quarto.
(Rachel [gritando]) Alguém me ajude!
Loren, sem pensar, abriu a porta do quarto; ela não viu Rachel ali. Porém, Rachel deu mais um grito, e ele tinha vindo de dentro do armário.
(Loren [nervosa]) Rachel?
(Rachel [surpresa]) Loren?!
(Loren [surpresa e indo até o armário]) Rachel?! O que você está fazendo ai?
(Rachel [nervosa]) Me tira primeiro daqui, por favor!
Loren, ao ver a cadeira e a toalha, percebeu que alguém havia prendido sua amiga ali dentro. Rapidamente, Loren tirou a cadeira e a toalha. Rachel, feliz e suspirando profundamente, saiu do armário e abraçou Loren. Ficar ali dentro, para ela, foi sufocante; e tinha ficado apavorada.
(Loren [parando de abraçar Rachel]) Quem fez isso com você?
(Rachel) Alice. Ela me pegou desprevenida... disse que estava fazendo aquilo para vocês pararem de se meter com ela!
(Loren [com raiva]) Ah, mas eu mato aquela garota!
(Rachel [com raiva]) Ah, mas você deixa isso comigo... Eu vou matar ela!
(Loren) Amiga, troca de roupa, e vamos até o meu quarto... Eu e as meninas vamos resolver isso com você.
(Rachel) Tá.
Rachel, rapidamente, foi até seu armário e pegou sua roupa; ela se dirigiu até o banheiro e tomou banho e trocou de roupa. Depois de estar pronta, as duas saíram do quarto.
(Rachel [fechando a porta e trancando com chave]) Loren, eu juro, vou acabar com a raça daquela piranha de rosa!
(Loren [sorrindo para a amiga]) E pode ter certeza disso.
(Rachel) Vamos.
As duas, seguindo pelo corredor, se encontraram com Isabelle; que estava um pouco sem cor.
(Rachel [preocupada]) Isa, você está bem?
(Isabelle [sem fôlego]) Ah, eu estou bem...
(Loren [preocupada]) É, mas não parece.
(Rachel) O que você está fazendo aqui?
(Isabelle [voltando ao normal]) Eu vim ver você, eu achei estranho você não ter aparecido na piscina.
(Loren) É porque a Alice prendeu ela dentro do armário.
(Isabelle) O que?! Então foi por isso que ela disse que já tinha se vingado da gente. Ela tinha feito alguma coisa com você.
(Rachel) Isso.
(Loren) Isa, vamos pro quarto... Você está muito pálida.
(Isabelle) Mas eu estou super bem.
(Rachel) Mas a sua cara não diz isso.
Mas, para acabar com a alegria das meninas, Alice apareceu no corredor com Carly e Mariana.
(Alice [sorrindo sarcasticamente]) Pelo visto, vocês conseguiram tirar a idiota do armário.
(Rachel [com completa raiva]) Ah, eu vou te matar, garota!
Rachel, que estava completamente com raiva de Alice, seguiu para bater nela; só que foi impedida por Loren e Isabelle.
(Rachel [tentando se desvencilhar]) Deixa eu acabar com ela!
(Alice [sorrindo]) Ah, você quer acabar comigo? Mas não vai conseguir.
(Loren [irritada]) Ah, mas ela vai... Espere e você verá.
(Alice [balançando as mãos]) Ai, eu to morrendo de medo.
Porém, por dentro Alice estava com um pouco de medo.
(Carly) Mas você está com medo, você acabou de dizer isso pra gente, não foi Mari?
(Mariana) Foi. Você disse bem assim: “Eu tenho um pouco de medo com que eles podem fazer”. Vai dizer agora que é mentira?
(Alice [olhando com completa indignação para suas amigas]) Como vocês conseguem ser tão idiotas?
(Mariana [irritada]) Idiota só se for você?!
(Alice) Depois eu cuido de vocês... [Se virando para Loren, Rachel e Isabelle] E vocês, se tentarem fazer algo comigo, eu vou fazer com vocês em dobro.
(Isabelle) Que bom... Porque estamos esperando!
Alice, indo para seu quarto, começou a rebolar.
(Loren) Vadia!
(Rachel) Ela é uma piranha, isso sim.
(Isabelle) Ela é uma vagabunda, isso sim.
As três, rindo, seguiram para o quarto de Loren e Isabelle.
(Cena 6)
Algumas horas se passaram, e Victor havia ido até a sua casa para se arrumar; ele estava empolgado para se encontrar e jantar com Lúcia. Ele colocou uma jaqueta preta, calça jeans. Depois se aprontar, ele pegou seu carro e seguiu para hospital onde Lúcia estava. Chegando lá, Victor foi até o quarto onde Luciana se encontrava.
Victor, ao chegar, bateu com a nós dos dedos na porta. No instante seguinte, a porta foi aberta.
(Lúcia [abraçando Victor]) Victor!
(Victor [sorrindo]) Esse é o meu nome... E como você está, Luciana?
(Luciana) Bom, eu estou ótima! Não podendo levantar dessa cama, não podendo está ao lado dos meus amigos na delegacia... Está vendo como eu estou ótima?
(Lúcia) Bom... Então, vamos?
(Victor) Vamos!
(Lúcia [indo até Luciana]) Amiga, eu vou indo... Se acontecer qualquer coisa, me liga, tudo bem?
(Luciana) Não precisa se preocupar! Eu estou vou ficar ótima, vá se divertir!
(Lúcia [abraçando Luciana]) Tá. Se cuida.
(Luciana) Pode deixar. Tchau, Victor.
(Victor) Tchau, Lú.
Victor e Lúcia, se despedindo de Luciana, saíram do quarto; e seguiram para o estacionamento, até o carro de Victor.
Ao chegar, os dois entraram no carro e deram um selinho. Victor, depois, ligou o carro e eles seguiram até a casa de Lúcia. Quando eles chegaram à casa de Lúcia, os dois subiram até seu quarto e escolheu uma roupa. Victor ficou com um sorriso e mordeu os lábios.
(Victor [na porta do quarto]) Você está linda, sabia?
(Lúcia [sorrindo]) Tem certeza do que está dizendo? Eu estou com cheiro de hospital.
(Victor) Mas continua linda.
(Lúcia) Eu sei disso. Agora, será que você podia me dar licença?
(Victor [sorrindo]) É claro, senhora.
Victor, dando mais um sorriso, saiu do quarto. Lúcia fechou a porta. Ela ainda não se sentia a vontade na frente de Victor; na verdade ela não queria ficar nua na frente dele. Eles já estavam namorando já tinha dois meses e ainda não tinham feito sexo. Lúcia achava que isso seria um grande passo no relacionamento, já que eles eram amigos de trabalho; e agora estavam começando o relacionamento.
Lúcia, rapidamente, tomou seu banho e depois colocou sua roupa; calça jeans e blusa com o decote em V. Porém, ela fez algo que não era para a ocasião; colocou duas algemas e sua arma dentro de sua bolsa; tinha uma intuição estranha.
Depois dela colocar sua roupa, colocou os brincos e os sapatos; descendo até a sala, onde Victor se encontrava.
(Lúcia [sorrindo]) Estou pronta.
(Victor [se virando e vendo como Lúcia deu um sorriso]) Você está linda.
(Lúcia) Obrigada.
Lúcia, sorrindo, foi até onde estava Victor; os dois se olharam nos olhos... E depois os dois se beijaram. Porém, foi beijo rápido. Os dois, um ao lado do outro, saíram da casa de Lúcia e foram para o carro. Chegando lá, Victor abriu a porta do carro para Lúcia; que entrou graciosamente. Victor, depois, foi para o banco do motorista. Novamente ele ligou o carro e seguiu para o restaurante.
(Cena 8)
No Colégio Elite Brasil, todos os alunos estavam na Sala de Estar. Mas como a sala de estar era grande o suficiente para caber todos, cada um ficou sentado a um canto da sala. Alunos novos se misturavam aos alunos antigos, para poder fazer amizade. Eles conversavam descontraidamente, se divertindo pra valer.
(Thayná) Eu gostei do colégio, sabia?
(Paul) É, ele é legalzinho.
(Bianca) Mas antigamente ele não era assim.
O grupo de Wendel estava a um canto, perto da saída para o refeitório, sentado em um sofá bastante espaçoso.
(Miranda) Como assim?
(Bianca) É porque que antes a gente nem se falava.
(Loren) Eu só falava com a Bianca e com a Letícia, que tinham estudado comigo na minha outra escola.
(Paul) Depois eu entrei no colégio. Quando cheguei eu não tinha amigos nenhum, ai, o Wendel apareceu...
(Wendel [sorrindo]) Ah, eu lembro exatamente daquele dia.
(Nora) O que aconteceu?!
(Wendel) Bom, começou assim...
– Na lembrança de Wendel... –
Wendel estava mexendo no seu armário, quando entrou Paul; com duas malas. Paul, olhando em volta, viu que já tinha alguém no quarto.
(Wendel [notando Paul]) Oi, você é...?
(Paul) Sou Paul.
(Wendel) Ah. E ai, tudo bem?
(Paul) Tudo. É... Qual é minha cama?
(Wendel [coçando a parte detrás da cabeça]) Cara, escolhe qualquer uma ai... Eu sou único aqui que chegou no quarto.
(Paul [sorrindo]) Ah, valeu.
Paul, olhando em volta, escolheu uma cama para ele. Porém, quando Paul jogou a mala em cima da cama ele se sentou e caiu no chão; e a mala que estava ao seu lado caiu entre suas pernas.
(Paul [gritando]) AI!
Wendel correu até Paul, preocupado.
(Wendel) Cara, você está bem?
(Paul [quase chorando]) Você acha que eu estou bem?
Wendel, que não se aguentou, começou a rir da cena.
(Paul) Não ri não, cara!
(Wendel [gargalhando]) Cara... Eu...
(Paul [gritando]) ME AJUDA!
Wendel, não se agüentando de rir, tirou a mala das pernas de Paul e jogou em cima da cama. E ajudou Paul a se levantar.
– No tempo real... –
Todos estavam gargalhando. Wendel havia acabado de contar. Thayná, namorada de Paul, não estava se aguentando de tanto rir.
(Paul [não achando graça]) Tá, tudo bem, vamos parando, que isso não tem graça nenhuma!
(Isabelle [gargalhando]) Ah, Paul, tem sim. Tem muita graça!
(Cátia) E continua doendo?
(Paul) Não, né.
(Thayná [rindo]) Gente, vamos parando... Tá, ele só teve um acidente.
(Fábio) Um acidente bem catastrófico!
(Vinicius) Tá gente, vamos parar de perturbar o Paul...
(Paul) Obrigado!
(Vinicius) Ele precisa ficar de repouso, depois de uma coisa daquelas.
Todos ali do grupo começou a rir, intensamente.
(Paul) Vocês são muito ridículos.
(Letícia) Gente, chega!
(Miranda) Temos que parar! Isso podia ter acontecido com qualquer um de vocês!
(Paul) Obrigado, Miranda.
(Miranda [sorrindo]) De nada, Paul.
(Nora) Gente, mudando radicalmente de assunto, quando é o horário de recolher?
(Loren) É às nove e meia!
Kevin, Tomás e Patch chegaram ao meio do grupo.
(Kevin, Tomás e Patch) Oi, pessoal!
(Todo o grupo) Oi.
A única pessoa que ria, em silêncio, era Fábio.
(Tomás) Do que o Fábio está rindo?
(Paul) Nada! Ele está rindo de nada!
(Patch) Por que você está assim?
(Isabelle) Não liga pra ele. Senta aqui.
Os três se sentaram; Kevin perto de Nora; Patch perto de Isabelle e Tomás perto de Cátia.
(Rachel) Alguém pode me informar à hora?
(Vinicius [olhando no seu relógio]) São nove e vinte.
(Letícia) Já?! Que saco!
(Kevin) O que foi? Por que ficou assim?
(Bianca) É que daqui a pouco está na hora de todos irem pro quarto.
(Patch) O que?! Você está de brincadeira?
(Vinicius) Bem que ela queria. E é melhor irmos nos acostumando com isso.
(Tomás) Isso é um saco!
(Isabelle) Até nós nos acostumamos com isso!
(Letícia) Pessoal, alguém viu a Fabiane e o Vicente?
(Rachel) Não.
(Loren) Os dois devem estar no tchucutchucu!
O sinal de todos os alunos irem para seus quarto tocou; os alunos antigos, que já eram acostumados, reclamaram e seguiram de voltar seus quartos. Os alunos novos, que ainda não haviam entendido, olhavam em volta perguntando para os alunos antigos o que era aquele sinal.
(Wendel) Cara, que saco! Esse colégio às vezes é meio estranho!
(Vinicius [se levantando]) Eu acho melhor irmos indo, antes que o Tony venha aqui.
(Diego) Vamos, então?
(Loren) Vamos.
Cada um, se despedindo, foram para seus quartos. Os meninos seguiram para seus quartos, reclamando. As meninas, rindo e conversando, voltaram para o quarto.
(Cena 9)
No Leblon, Victor e Lúcia já haviam chegado ao restaurante. Os dois já feito o pedido do que queriam comer; e eles já tinham acabado. Estavam na sobremesa.
(Lúcia [comendo a sua sobremesa]) Está delicioso.
(Victor) É, eu sei.
(Lúcia [olhando para Victor]) Victor...
(Victor) Que?
(Lúcia) Obrigada! Você está trazendo mais alegria para mim.
(Victor [pegando na mão de Lúcia]) Ah, Lúcia... Eu te amo... E eu quero te fazer feliz, sempre.
(Lúcia) E eu também quero te fazer feliz, sempre.
Comendo e conversando, os dois pediram a conta do jantar. Victor, pegando o seu cartão, pagou a conta... Passaram-se mais alguns minutos, e dois homens entraram no restaurante. Eles foram até a uma moça que estava na recepção. Lúcia, que era experiente, percebeu algo de estranho nos dois homens. E quando ela olhou para a recepcionista, viu que o rosto dela era de espanto. Victor, percebendo a ação de Lúcia, olhou para onde ela estava olhando e entendeu tudo. Estava tendo um assalto naquele restaurante.
Lúcia e Victor, de imediato, se levantaram; cada um pegando suas coisas. Lúcia fez sinal para que Victor fosse para a entrada.
(Victor [sussurrando]) Tudo bem, tome cuidado!
Victor, devagar, foi para a entrada do restaurante; logo depois, Lúcia que seguiu para a recepcionista, na recepção... E quando ela chegou, o que ela temia estava acontecendo; um assalto.
(Assaltante 1 [sussurrando]) Vai buscar a grana logo! Rápido!
(Recepcionista [com medo]) Mas o dinheiro não fica comigo... Fica...
(Assaltante 2 [sussurrando]) Vai logo, moça, não temos o seu tempo.
Lúcia, tirando a arma da bolsa, se aproximou mais dos dois assaltantes; sem que eles e a recepcionista vissem... Quando chegou bem perto...
(Lúcia [com a arma apontada para os dois assaltantes]) Fiquem parados, e com as mãos para cima!
(Assaltante 2) Você chamou a policia, sua vagabunda?!
(Recepcionista) Não!
(Lúcia [gritando]) EU DISSE PARA FIQUEREM COM AS MÃOS PARA CIMA!
Os dois assaltantes, virando-se para Lúcia, eles levantaram as mãos; ainda com as armas.
(Lúcia) Agora, deixa a arma cair no chão, os dois! Agora, vai, joguem as armas!
Os dois assaltantes, sem o que fazer, deixaram as armas caírem no chão. Lúcia, que já tinha tirado as algemas, foi até eles, mas primeiro, ela chamou Victor para ajudar; que chegou rapidamente.
(Victor [conferindo o relógio]) Nossa, foi um recorde. Cinco minutos.
(Lúcia) Obrigado. Agora prende esse aí.
Victor pegou um dos assaltantes e colocou as algemas nele; depois Lúcia fez o mesmo.
(Assaltante 1) Você é policial?
(Lúcia) Você o que, seu marginal?
(Assaltante 2) Eu sabia que isso era furada!
(Assaltante 1) Você que deu a idéia!
(Assaltante 2) É, mas eu tinha bebido café, e café não me cai bem.
(Victor) Muito bem, chega! Vocês discutem isso depois... Vamos.
(Recepcionista) Não! Levem eles pelos fundos... Para que ninguém veja...
(Lúcia) Tudo bem... Onde fica?
(Recepcionista) Por aqui...
A recepcionista, levou eles por um corredor que tinha uma porta. Quando ela abriu, eles já estavam do lado de fora.
(Victor) Obrigado! Vamos, Lúcia.
Lúcia e Victor seguiram para frente do restaurante, onde já havia uma viatura da polícia para levarem os dois assaltantes.
(Assaltante 1 [surpreso]) Vocês já tinham trago uma viatura?
(Victor) Cale a boca, e entre logo!
Lúcia e Victor, empurrando os dois assaltantes para dentro da viatura, foram até os dois policiais que estavam ali.
(Lúcia) Escutem, levem eles para a delegacia; e prendam-nos.
(Policial) Pode deixar, delegada!
(Victor) Vão, vão!
Os dois policiais entraram na viatura e seguiram para a delegacia.
(Victor [bufando]) Pelo visto, a noite não foi um desastre.
(Lúcia [abraçando Victor]) Só sei que hoje, eu me diverti muito. Mesmo depois de ter prendido dois assaltantes.
(Victor [surpreso]) Mesmo?
(Lúcia) Sim. E eu quero que ela termine mais linda do que nunca.
(Victor) Que bom.
(Lúcia [olhando para Victor]) Vamos lá para casa?
(Victor) Vamos.
Os dois, abraçados, foram até o carro de Victor. Depois eles dois seguiram para a casa de Lúcia.
(Cena 10)
No Colégio Elite Brasil, já era nove e cinqüenta e estava faltando exatamente cinco minutos para que Vinicius e Isabelle fossem para a Sala de Estar. No quarto dos meninos, todos estavam já deitados; quase dormindo. Vinicius, embaixo dos cobertores, já estava arrumado. Só faltava colocar o tênis, mas isso ele só faria quando saísse do quarto... Quando ele olhou à hora em seu celular, ele viu que era 21h53, então ele se levantou e colocou o tênis. Depois de ele verificar se todos estavam dormindo, saiu do quarto, em silêncio... Vinicius, rapidamente, chegou à Sala de Estar. Ele desceu as escadas, devagar para não fazer barulho, e esperou Isabelle chegar. Porém, ela chegou logo depois. Ela desceu as escadas e foi até Vinicius.
(Vinicius [nervoso]) Que bom que você chegou!
(Isabelle) Eu quero é acabar com isso logo!
(Vinicius [olhando para as escadas]) Não tem o resto do grupo?
(Isabelle [olhando para as escadas]) E quem será que vem?
(Vinicius) Não faço a mínima idéia!
E a pergunta de Vinicius e de Isabelle foram respondidas. Eles ouviram um barulho de alguém vindo, e quando eles olharam para as escadas, quem apareceu foi Tomás; que estava no mesmo quarto que Vinicius.
(Vinicius e Isabelle [surpresos]) Você?
(Tomás [descendo as escadas]) Vocês? Vocês também foram...?
(Vinicius e Isabelle [mostrando a marca]) Sim.
Tomás quando chegou perto de Isabelle e Vinicius estava completamente surpreso.
(Tomás) Então vocês também foram marcados por essa Lua?
(Isabelle) Fomos. Foi hoje. Quando estávamos vindo para o Colégio.
(Tomás) Comigo aconteceu o mesmo. Ela apareceu no meu sonho. E me marcou, e se eu tento contar para alguém, a marca começa a queimar.
(Vinicius) Com a gente acontece a mesma coisa...
E mais um barulho de passos foi ouvido, e eles olharam para a escada. E ali vinha Alice, a inimiga dos meninos.
(Alice [surpresa]) O que vocês estão fazendo aqui?
(Isabelle [em tom de ignorância]) O mesmo que você.
(Alice [descendo as escadas rapidamente]) Então, vocês também foram marcadas pela Lua Afonso? Gente, eu achava que essa história era mentira!
(Vinicius) Mas pelo o que parece, é a pura verdade!
Mais um barulho foi ouvido, e eles rapidamente, olharam para as escadas; e quem vinha era Thayná.
(Thayná [vendo quem estava na Sala de Estar]) Vocês estão aqui?
(Alice) Pelo visto, a Lua Afonso marcou bastante gente.
(Thayná [descendo rapidamente]) Vocês também?
(Isabelle) Você também foi marcada, Thayná?
(Thayná) Fui. Quando estava vindo pro Colégio.
(Vinicius) Pelo que estar parecendo, a Lua Afonso marcou todos nós quando estávamos vindo para o Elite Brasil.
Mais um barulho foi ouvido, e quem apareceu dessa vez foi Miranda.
(Isabelle) Miranda?
(Miranda) Espera ai...
(Isabelle) Bem que eu senti que você estava acordada.
(Miranda [descendo as escadas]) Mas... Vocês...
(Thayná) É o que você está pensando... Todos que estamos aqui, viemos por causa que fomos marcados pela Lua Afonso.
Mais barulhos de passos vinha do corredor, e eles novamente olharam para as escadas. E de lá, do lado dos meninos, veio dois meninos que eles nunca tinham visto.
(Alice) Quem são vocês?
(Nathan) Nathan Vieira!
(Igor) Igor Campos!
Os dois, rapidamente, desceram as escadas. E foram se reunir ao grupo.
(Tomás [contando quantas pessoas tinham ali]) Pelo que parece, eu acho que chegou todo mundo.
De repente, a Sala de Estar ficou escura. Porém se clareou. Logo depois, apareceu o espírito de Lua Afonso.
(Lua) Vocês já chegaram!
(Igor) Essa mulher de novo?
(Tomás [um pouco agressivo]) Será que você pode dizer o que vamos fazer?
(Lua [suavemente]) Eu já disse, eu quero que vocês encontrem o meu colar da Lua.
(Nathan) Mas para que você quer o colar, já que você é um espírito?!
(Lua [ofendida]) Isso não é da sua conta! E vocês vão fazer isso até a o fim! Se não, coisas ruins vão acontecer com as pessoas que vocês amam.
(Alice) Calma, nós vamos fazer, mas também não precisa ameaçar a nossa família.
(Isabelle) Será que podemos acabar com isso?
(Thayná) Eu também acho melhor.
(Lua [apontando para a escada]) Muito bem... Se vocês querem saber... Em baixo dessa escada há uma passagem que dá para os túneis do colégio.
(Alice) E você quer que a gente entre nesses túneis?
(Lua) Mas esses não são túneis comuns, e sim, túneis que dão para onde o meu pai escondeu o meu colar da Lua. Mas, enfim, vocês vão entrar e cumprir as 10 tarefas que o meu pai fez.
(Thayná) Espera aí, 10 tarefas?
(Lua) Sim. Mas vocês vão entrar com os cordões que eu vou dar para vocês.
Lua Afonso, levantando a mão, fez com que 8 cordões aparecessem nas mãos de cada um naquela Sala de Estar. Os cordões eram circular, porém, no meio do circulo havia o formatado da Lua Minguante.
(Lua) Esses cordões vão ajudá-los nas missões lá embaixo.
(Miranda) Missões? O que você quer dizer com isso?
(Lua) Que, para vocês passarem pelos túneis, vocês terão que cumprir as tarefas que estão lá embaixo.
(Vinicius) E o que esses cordões fazem?
(Lua) Eles ajudam vocês a passarem. Somente isso. E eles estão conectados com todos os tipos de enigmas na escola; então, toda vez que vocês verem um brilho vindo de alguma parede ou objeto, é a conexão do cordão.
(Alice [sem paciência]) E onde está a passagem para o túnel? Quero acabar logo com isso.
(Lua [apontando para a escada]) Ao lado da escada.
Eles, com um pouco de medo, olharam para escada. Depois, olharam para o espírito da Lua Afonso, e viram que ela sorria. Então, eles foram até a escada. Porém, eles não encontraram nada.
(Nathan) Não tem nada aqui.
Só que naquele instante, um brilho veio da escada... E, Vinicius, de imediato colocou seu cordão no brilho; e para surpresa deles, uma mini-porta quadrada se abriu.
(Igor) Você tem certeza que temos que entrar aqui?
(Lua [irritada]) Claro!
A marca de Igor começou a queimar, e ele deu um pequeno grito de dor.
(Igor [alisando a marca]) Tudo bem, eu vou entrar.
Só que naquele momento o espírito de Lua Afonso desapareceu. Deixando o grupo, ali, sozinhos.
(Vinicius) Vamos entrar?
(Isabelle) Vamos... Quero acabar logo com isso!
(Alice) Eu acho isso uma maluquice! Quem vai obedecer a um espírito?!
(Thayná) Eu achei que isso era impossível! Mas pelo visto, Alice, não é.
(Isabelle) Vamos acabar logo com isso, por favor?! Eu não quero ficar perto dessa vagabunda de rosa!
(Alice) Isso foi para mim?
(Vinicius) Meninas, chega! Será que as duas podem parar de brigar, para gente poder acabar com essa maluquice?
(Isabelle [revirando os olhos]) Tudo bem!
(Alice [revirando os olhos]) É, fazer o que!
(Vinicius) Ótimo. Vamos.
Um de cada vez, passou pela passagem. Primeiro Vinicius, depois, Alice, Isabelle, Nathan, Tomás, Thayná, Miranda e Igor.
Quando todos eles passaram, colocaram os cordões no pescoço. E de repente, uma luz vermelha e azul veio. E ela veio se aproximando cada vez mais. E quando ela se aproximou dos meninos, a luz os atravessou sem interferência alguma. Quando eles olharam em volta, viram que estava por um corredor estreito, e mal iluminado, que no final tinha uma escada. A porta, com um estrondo, se fechou.
(Alice) Gente, tem certeza que vamos fazer isso?!
(Thayná) Temos que fazer, se não...
(Igor) Pessoal, nós vamos conseguir.
(Vinicius [suspirando]) Espero que sim.
Eles, olhando para o final do corredor, começaram a andar. Um passo de cada vez. Quando eles chegaram ao final do corredor, viram a escada. E eles, sem saber o que iam enfrentar, desceram à escada; um de cada vez. Chegando ao final, eles se depararam com uma cena meio que estranha. Alice soltou um gritinho de medo.
Na frente deles havia um corredor enorme; porém, o corredor em vez de ter somente as paredes. Eles tinham paredes com lâminas. E pelo que eles estavam vendo, bem afiadas. Mas para eles poderem passar tinha que ser um de cada vez. O centímetro da parede, na opinião deles, devia ter uns 45 centímetros. E para completar, o chão somente tinha uma grande ponte de madeira que devia de ter de largura 10 centímetros. E as lâminas estavam em tudo que era canto da parede. Se eles perdessem o equilíbrio, podiam se cortar. E não podiam encostar-se a nada, senão podiam também se cortar.
(Nathan [nervoso]) É... Sem querer assustar ninguém... Mas como vamos passar por isso?
(Lúcia) Luciana?
Luciana, que estava virada para o outro lado, virou para olhar a amiga.
(Luciana) Oi.
(Lúcia) Como você está?
(Luciana) Bem melhor. Já poderia sair daqui atirando em todo mundo.
(Lúcia [rindo]) Quer saber de uma novidade?
(Luciana [empolgada]) O que?!
(Lúcia [sorrindo]) O Victor me chamou pra jantar.
(Luciana) Sério?
Lúcia confirmou, positivamente.
(Luciana) E que horas ele vem te buscar?
(Lúcia) As nove...
(Luciana) Que bom...
(Lúcia) Eu sei.
Lúcia e Luciana ficaram sorrindo uma para a outra.
(Cena 2)
Na Empresa de Gabriel, Lúcio foi até a sala de seu chefe para dar um recado.
(Lúcio) Gabriel...
(Gabriel) Diga, Lúcio.
(Lúcio) Tem algumas pessoas querendo falar com você.
(Gabriel [pensativo]) Quem?
(Lúcio) Disseram que são criadores de sites de bate-papo.
(Gabriel) Ah, sim, eu pedi para eles virem até aqui. Peça a eles para virem até a minha sala.
(Lúcio) Certo!
Lúcio fechou a porta. Alguns segundos depois, três pessoas, dois homens e uma mulher, entraram na sala de Gabriel.
(Gabriel [se ajeitando em sua cadeira]) Que bom que vocês vieram.
(Lorenzo [apertando a mão de Gabriel]) É claro que íamos vir.
(Lara [apertando a mão de Gabriel]) A gente tinha que vir.
(Afonso [apertando a mão de Gabriel]) O senhor é um grande destaque no mundo da tecnologia.
(Gabriel [sorrindo]) Ah, obrigado. Bom, é... por favor, sentem-se.
Os três se sentaram e olharam para Gabriel.
(Lara) E o que o senhor quer conosco?
(Gabriel) Bom, eu sei que vocês são os melhores criadores de sites...
(Afonso) Isso é verdade.
(Gabriel) E eu queria que vocês criassem um site meio que igual ao Facebook, será que vocês me entendem?
(Lorenzo) Hum, eu acho que já entendi... O senhor quer um site onde as pessoas possam se relacionar e outras coisas.
(Gabriel) Mais ou menos isso... Na verdade, eu quero um site de bate-papo, mas, nesse site eu queria que as pessoas pudessem conversar com privacidade.
(Lara) Entendi. Você quer uma sala de bate-papo, mas onde as pessoas possam ter as suas conversas privadas.
(Gabriel) Isso. E será que dá para fazer um site assim?
(Afonso) É claro. É só o senhor dizer qual será o nome do site, e o que o senhor quiser nele, que ele terá.
(Gabriel) Muito bem.
(Lorenzo) E qual será o nome do site?
(Gabriel) TheFace.com, assim está bom?
(Lara) Eu acho que dá para colocar, não acha meninos?
(Afonso) Com toda a certeza...
(Gabriel) Então, vamos aos preparativos?
(Lorenzo) Claro.
Gabriel retirou de uma gaveta, que estava a sua direita, três pastas de cor parda e dando para cada um deles. Nelas continha tudo que ele queria no site... E se ele estivesse na direção certa, ele ia ganhar bastante dinheiro com aquele site de bate-papo.
(Lara [abrindo uma das pastas]) Nossa, você pensou em bastante coisa.
(Gabriel) Isso foi fácil.
(Lorenzo) Quanto vamos ganhar?
(Gabriel) Bom, se o site tiver sucesso, vocês iram ganhar 200 milhões de reais cada um, e além, de serem contratados por minha empresa.
(Lara) Aceitamos.
(Gabriel [apertando a mão de cada um]) Que bom! Agora, podem vir comigo, por favor?
(Lorenzo, Lara e Afonso) É claro.
Gabriel, se levantando de sua cadeira, os dirigiu para fora de sua sala; e eles caminharam por um corredor, onde tinha várias salas, e cada uma com mais de 200 pessoas trabalhando. Cada uma com uma tecnologia em preparação. Quando eles chegaram ao fim do corredor, encontraram um elevador. Os quatro entraram e subiram até o andar 15; chegando lá em menos de 50 segundos. Quando a porta do elevador se abriu, duas pessoas entraram (cumprimentando Gabriel com um: Olá, senhor!), e eles saíram. Andaram por mais um corredor e chegaram a uma porta preta, onde jazia uma placa dourada dizendo: “Sites e Designers”.
(Gabriel [abrindo a porta]) Bem-vindos a sala de vocês!
Quando a porta se abriu, os três (Lorenzo, Lara e Afonso) ficaram surpresos com a quantidade de computadores ali presentes. Tinha mais de seis computadores, e cada um deles ligados a internet. A sala tinha uma grande mesa no centro; e nos cantos, uma geladeira.
(Lara [surpresa]) Gabriel, você mandou muito bem!
(Gabriel) Obrigado... Agora, eu quero uma coisa de vocês...
Lara, Lorenzo e Afonso olharam para Gabriel.
(Gabriel) Eu não quero que o site fique Online enquanto eu não vê-lo e dizer se está ótimo.
(Afonso) Pode ter certeza disso.
(Gabriel) Muito bem, então, podem começar.
Os três, com um sorriso enorme no rosto, foram para cada computador disponível.
(Cena 3)
No Colégio Elite Brasil, Alex beijava Isabelle. Ela ficou sem ação... Só que algo fez ela voltar a si, quando viu que era Alex Borges; a pessoa que ela menos gostava.
(Isabelle [com raiva]) O que você fez?!
(Alex) Só te dei um beijo.
Isabelle, com ódio, deu uma tapa no rosto de Alex.
(Isabelle [com raiva]) Nunca mais faz isso, entendeu?! Nunca mais! Seu doido!
Isabelle, com completa raiva, saiu do corredor e correu para seu quarto.
(Alex) Bem que você gostou do beijo... Mas me aguarde Isabelle, você vai ser a próxima.
Alex acariciando onde Isabelle dera a tapa, voltou para seu quarto.
(Cena 4)
Na Casa de Diego, Tobi estava com seu Advogado. Se eles queriam a guarda de Diego, tinha que fazer de tudo. Sirley tinha ido até a cozinha para pegar três xícaras de café; depois dos três se acomodarem no sofá, eles começaram a conversar.
(Advogado) Então, vocês querem lutar para ter a guarda do garoto?
(Sirley [tomando um gole de café]) É claro! O senhor acha que queremos perder aquela grana toda dele?
(Advogado) Bom, o único problema é que se ele não quiser ficar com vocês, ele pode ficar com essa tal delegada.
(Tobi [bebendo de um gole o café]) Mas você vai fazer de tudo para não perdermos essa guarda... Porque sabe que estamos te pagando muito bem para isso!
(Advogado [tomando um gole de café]) Eu sei disso! Agora, vocês sabem o porquê do garoto não querer ficar com vocês, não sabem?
(Sirley) Não fazemos a mínima ideia!
(Advogado) Vocês praticamente maltratam o menino!
(Tobi) Escuta aqui: eu não pago para você achar como devemos tratar aquele pivete.
(Advogado) Se vocês querem ter a guarda desse garoto e a grana dele, é melhor tratar ele bem.
(Sirley) O que você quer dizer com isso?
(Advogado [se ajeitando no sofá]) O garoto quer ficar com aquela delegada porque ela o trata bem... Se vocês tratarem ele bem, vocês podem ter a grana dele e a guarda dele.
(Tobi) Você tem certeza disso?
(Advogado) É claro. Se vocês tratarem ele bem, em minha opinião, ele vai ver que vocês mudaram.
(Sirley) E se ele quiser, do mesmo jeito, ficar com ela?
(Advogado) Ai, pelo visto, vocês vão ter que lutar pela guarda dele, na justiça.
(Tobi) Então, vamos fazer isso, meu amor.
(Sirley) Fazer o que?
(Tobi) Passar a tratar o Diego como um príncipe.
O filho de Tobi e Sirley apareceu, com dois amigos.
(Arthur [pegando a chave de sua casa]) Mãe, pai, to saindo.
(Sirley) Aonde você vai, Arthur?
(Arthur) Vou até a casa do Vitor. Ele e eu vamos jogar videogame.
(Tobi) Tudo bem, mas não volta tarde!
(Arthur) Ei, eu tenho 16 anos, posso chegar pelo menos meia-noite, não?
(Sirley [rindo]) Pode chegando onze da noite, escutou, moçinho?
(Arthur) Tudo bem, vamos.
Os amigos de Arthur, se despedindo dos pais de Arthur, saíram da casa.
(Sirley [sorrindo]) Ai, ele não é lindo?
(Tobi) Sim.
(Advogado) É assim que vocês têm que tratar o Diego.
(Sirley) Como tratamos o Arthur?
(Advogado) Sim. E se for possível, tratar-lo melhor do que o seu próprio filho... Se vocês querem a grana dele.
(Tobi) Tem certeza?
(Advogado [se levantando do sofá]) Já disse que tenho! Olhem, eu vou indo... Tenho outros casos para resolver.
(Tobi [se levantando do sofá]) Tudo bem.
(Advogado) Tenham certeza de uma coisa: se vocês fizerem o que eu disse, vão conseguir pegar a grana desse garoto.
(Sirley) Vamos tentar.
(Advogado) Bom, vou indo.
(Sirley) Eu te acompanho até a porta.
(Advogado) Ah, não precisa... Eu sei o caminho. Bom, até.
O Advogado, apertando a mão de Sirley e Tobi, foi até a porta e foi embora.
(Tobi [sentando-se no sofá]) Será que ele tem razão?
(Sirley [sentando-se no sofá]) Não sei. Mas não custa nada tentar.
(Tobi) Só sei que vai ser uma missão impossível!
(Sirley [sorrindo]) Amor...
(Tobi) Oi.
(Sirley [sorrindo]) Não tem ninguém em casa... Eu estava pensando em...
(Tobi [sorrindo]) Hum... Então... Vamos!
Tobi, que não se agüentou, começou a beijar Sirley; que retribuiu o beijo. Eles começaram o beijo pela sala. Tobi, agarrando Sirley, foi para o quarto; com completa intenção de fazer sexo e amor com a sua esposa. Chegando ao quarto, ele tirou sua calça e sua camisa; depois ele foi até Sirley e tirou sua blusa e sua calça. Dali em diante, os dois não pararam mais.
(Cena 5)
No Colégio Elite Brasil, Loren tinha ido atrás de Rachel em seu quarto. Loren, que já estava arrumada, bateu na porta e viu que ninguém atendeu. Ela ficou preocupada. Por que ninguém atendeu a porta? Porém, suas duvidas acabaram na hora que ela ouviu a voz de Rachel vindo do quarto.
(Rachel [gritando]) Alguém me ajude!
Loren, sem pensar, abriu a porta do quarto; ela não viu Rachel ali. Porém, Rachel deu mais um grito, e ele tinha vindo de dentro do armário.
(Loren [nervosa]) Rachel?
(Rachel [surpresa]) Loren?!
(Loren [surpresa e indo até o armário]) Rachel?! O que você está fazendo ai?
(Rachel [nervosa]) Me tira primeiro daqui, por favor!
Loren, ao ver a cadeira e a toalha, percebeu que alguém havia prendido sua amiga ali dentro. Rapidamente, Loren tirou a cadeira e a toalha. Rachel, feliz e suspirando profundamente, saiu do armário e abraçou Loren. Ficar ali dentro, para ela, foi sufocante; e tinha ficado apavorada.
(Loren [parando de abraçar Rachel]) Quem fez isso com você?
(Rachel) Alice. Ela me pegou desprevenida... disse que estava fazendo aquilo para vocês pararem de se meter com ela!
(Loren [com raiva]) Ah, mas eu mato aquela garota!
(Rachel [com raiva]) Ah, mas você deixa isso comigo... Eu vou matar ela!
(Loren) Amiga, troca de roupa, e vamos até o meu quarto... Eu e as meninas vamos resolver isso com você.
(Rachel) Tá.
Rachel, rapidamente, foi até seu armário e pegou sua roupa; ela se dirigiu até o banheiro e tomou banho e trocou de roupa. Depois de estar pronta, as duas saíram do quarto.
(Rachel [fechando a porta e trancando com chave]) Loren, eu juro, vou acabar com a raça daquela piranha de rosa!
(Loren [sorrindo para a amiga]) E pode ter certeza disso.
(Rachel) Vamos.
As duas, seguindo pelo corredor, se encontraram com Isabelle; que estava um pouco sem cor.
(Rachel [preocupada]) Isa, você está bem?
(Isabelle [sem fôlego]) Ah, eu estou bem...
(Loren [preocupada]) É, mas não parece.
(Rachel) O que você está fazendo aqui?
(Isabelle [voltando ao normal]) Eu vim ver você, eu achei estranho você não ter aparecido na piscina.
(Loren) É porque a Alice prendeu ela dentro do armário.
(Isabelle) O que?! Então foi por isso que ela disse que já tinha se vingado da gente. Ela tinha feito alguma coisa com você.
(Rachel) Isso.
(Loren) Isa, vamos pro quarto... Você está muito pálida.
(Isabelle) Mas eu estou super bem.
(Rachel) Mas a sua cara não diz isso.
Mas, para acabar com a alegria das meninas, Alice apareceu no corredor com Carly e Mariana.
(Alice [sorrindo sarcasticamente]) Pelo visto, vocês conseguiram tirar a idiota do armário.
(Rachel [com completa raiva]) Ah, eu vou te matar, garota!
Rachel, que estava completamente com raiva de Alice, seguiu para bater nela; só que foi impedida por Loren e Isabelle.
(Rachel [tentando se desvencilhar]) Deixa eu acabar com ela!
(Alice [sorrindo]) Ah, você quer acabar comigo? Mas não vai conseguir.
(Loren [irritada]) Ah, mas ela vai... Espere e você verá.
(Alice [balançando as mãos]) Ai, eu to morrendo de medo.
Porém, por dentro Alice estava com um pouco de medo.
(Carly) Mas você está com medo, você acabou de dizer isso pra gente, não foi Mari?
(Mariana) Foi. Você disse bem assim: “Eu tenho um pouco de medo com que eles podem fazer”. Vai dizer agora que é mentira?
(Alice [olhando com completa indignação para suas amigas]) Como vocês conseguem ser tão idiotas?
(Mariana [irritada]) Idiota só se for você?!
(Alice) Depois eu cuido de vocês... [Se virando para Loren, Rachel e Isabelle] E vocês, se tentarem fazer algo comigo, eu vou fazer com vocês em dobro.
(Isabelle) Que bom... Porque estamos esperando!
Alice, indo para seu quarto, começou a rebolar.
(Loren) Vadia!
(Rachel) Ela é uma piranha, isso sim.
(Isabelle) Ela é uma vagabunda, isso sim.
As três, rindo, seguiram para o quarto de Loren e Isabelle.
(Cena 6)
Algumas horas se passaram, e Victor havia ido até a sua casa para se arrumar; ele estava empolgado para se encontrar e jantar com Lúcia. Ele colocou uma jaqueta preta, calça jeans. Depois se aprontar, ele pegou seu carro e seguiu para hospital onde Lúcia estava. Chegando lá, Victor foi até o quarto onde Luciana se encontrava.
Victor, ao chegar, bateu com a nós dos dedos na porta. No instante seguinte, a porta foi aberta.
(Lúcia [abraçando Victor]) Victor!
(Victor [sorrindo]) Esse é o meu nome... E como você está, Luciana?
(Luciana) Bom, eu estou ótima! Não podendo levantar dessa cama, não podendo está ao lado dos meus amigos na delegacia... Está vendo como eu estou ótima?
(Lúcia) Bom... Então, vamos?
(Victor) Vamos!
(Lúcia [indo até Luciana]) Amiga, eu vou indo... Se acontecer qualquer coisa, me liga, tudo bem?
(Luciana) Não precisa se preocupar! Eu estou vou ficar ótima, vá se divertir!
(Lúcia [abraçando Luciana]) Tá. Se cuida.
(Luciana) Pode deixar. Tchau, Victor.
(Victor) Tchau, Lú.
Victor e Lúcia, se despedindo de Luciana, saíram do quarto; e seguiram para o estacionamento, até o carro de Victor.
Ao chegar, os dois entraram no carro e deram um selinho. Victor, depois, ligou o carro e eles seguiram até a casa de Lúcia. Quando eles chegaram à casa de Lúcia, os dois subiram até seu quarto e escolheu uma roupa. Victor ficou com um sorriso e mordeu os lábios.
(Victor [na porta do quarto]) Você está linda, sabia?
(Lúcia [sorrindo]) Tem certeza do que está dizendo? Eu estou com cheiro de hospital.
(Victor) Mas continua linda.
(Lúcia) Eu sei disso. Agora, será que você podia me dar licença?
(Victor [sorrindo]) É claro, senhora.
Victor, dando mais um sorriso, saiu do quarto. Lúcia fechou a porta. Ela ainda não se sentia a vontade na frente de Victor; na verdade ela não queria ficar nua na frente dele. Eles já estavam namorando já tinha dois meses e ainda não tinham feito sexo. Lúcia achava que isso seria um grande passo no relacionamento, já que eles eram amigos de trabalho; e agora estavam começando o relacionamento.
Lúcia, rapidamente, tomou seu banho e depois colocou sua roupa; calça jeans e blusa com o decote em V. Porém, ela fez algo que não era para a ocasião; colocou duas algemas e sua arma dentro de sua bolsa; tinha uma intuição estranha.
Depois dela colocar sua roupa, colocou os brincos e os sapatos; descendo até a sala, onde Victor se encontrava.
(Lúcia [sorrindo]) Estou pronta.
(Victor [se virando e vendo como Lúcia deu um sorriso]) Você está linda.
(Lúcia) Obrigada.
Lúcia, sorrindo, foi até onde estava Victor; os dois se olharam nos olhos... E depois os dois se beijaram. Porém, foi beijo rápido. Os dois, um ao lado do outro, saíram da casa de Lúcia e foram para o carro. Chegando lá, Victor abriu a porta do carro para Lúcia; que entrou graciosamente. Victor, depois, foi para o banco do motorista. Novamente ele ligou o carro e seguiu para o restaurante.
(Cena 8)
No Colégio Elite Brasil, todos os alunos estavam na Sala de Estar. Mas como a sala de estar era grande o suficiente para caber todos, cada um ficou sentado a um canto da sala. Alunos novos se misturavam aos alunos antigos, para poder fazer amizade. Eles conversavam descontraidamente, se divertindo pra valer.
(Thayná) Eu gostei do colégio, sabia?
(Paul) É, ele é legalzinho.
(Bianca) Mas antigamente ele não era assim.
O grupo de Wendel estava a um canto, perto da saída para o refeitório, sentado em um sofá bastante espaçoso.
(Miranda) Como assim?
(Bianca) É porque que antes a gente nem se falava.
(Loren) Eu só falava com a Bianca e com a Letícia, que tinham estudado comigo na minha outra escola.
(Paul) Depois eu entrei no colégio. Quando cheguei eu não tinha amigos nenhum, ai, o Wendel apareceu...
(Wendel [sorrindo]) Ah, eu lembro exatamente daquele dia.
(Nora) O que aconteceu?!
(Wendel) Bom, começou assim...
– Na lembrança de Wendel... –
Wendel estava mexendo no seu armário, quando entrou Paul; com duas malas. Paul, olhando em volta, viu que já tinha alguém no quarto.
(Wendel [notando Paul]) Oi, você é...?
(Paul) Sou Paul.
(Wendel) Ah. E ai, tudo bem?
(Paul) Tudo. É... Qual é minha cama?
(Wendel [coçando a parte detrás da cabeça]) Cara, escolhe qualquer uma ai... Eu sou único aqui que chegou no quarto.
(Paul [sorrindo]) Ah, valeu.
Paul, olhando em volta, escolheu uma cama para ele. Porém, quando Paul jogou a mala em cima da cama ele se sentou e caiu no chão; e a mala que estava ao seu lado caiu entre suas pernas.
(Paul [gritando]) AI!
Wendel correu até Paul, preocupado.
(Wendel) Cara, você está bem?
(Paul [quase chorando]) Você acha que eu estou bem?
Wendel, que não se aguentou, começou a rir da cena.
(Paul) Não ri não, cara!
(Wendel [gargalhando]) Cara... Eu...
(Paul [gritando]) ME AJUDA!
Wendel, não se agüentando de rir, tirou a mala das pernas de Paul e jogou em cima da cama. E ajudou Paul a se levantar.
– No tempo real... –
Todos estavam gargalhando. Wendel havia acabado de contar. Thayná, namorada de Paul, não estava se aguentando de tanto rir.
(Paul [não achando graça]) Tá, tudo bem, vamos parando, que isso não tem graça nenhuma!
(Isabelle [gargalhando]) Ah, Paul, tem sim. Tem muita graça!
(Cátia) E continua doendo?
(Paul) Não, né.
(Thayná [rindo]) Gente, vamos parando... Tá, ele só teve um acidente.
(Fábio) Um acidente bem catastrófico!
(Vinicius) Tá gente, vamos parar de perturbar o Paul...
(Paul) Obrigado!
(Vinicius) Ele precisa ficar de repouso, depois de uma coisa daquelas.
Todos ali do grupo começou a rir, intensamente.
(Paul) Vocês são muito ridículos.
(Letícia) Gente, chega!
(Miranda) Temos que parar! Isso podia ter acontecido com qualquer um de vocês!
(Paul) Obrigado, Miranda.
(Miranda [sorrindo]) De nada, Paul.
(Nora) Gente, mudando radicalmente de assunto, quando é o horário de recolher?
(Loren) É às nove e meia!
Kevin, Tomás e Patch chegaram ao meio do grupo.
(Kevin, Tomás e Patch) Oi, pessoal!
(Todo o grupo) Oi.
A única pessoa que ria, em silêncio, era Fábio.
(Tomás) Do que o Fábio está rindo?
(Paul) Nada! Ele está rindo de nada!
(Patch) Por que você está assim?
(Isabelle) Não liga pra ele. Senta aqui.
Os três se sentaram; Kevin perto de Nora; Patch perto de Isabelle e Tomás perto de Cátia.
(Rachel) Alguém pode me informar à hora?
(Vinicius [olhando no seu relógio]) São nove e vinte.
(Letícia) Já?! Que saco!
(Kevin) O que foi? Por que ficou assim?
(Bianca) É que daqui a pouco está na hora de todos irem pro quarto.
(Patch) O que?! Você está de brincadeira?
(Vinicius) Bem que ela queria. E é melhor irmos nos acostumando com isso.
(Tomás) Isso é um saco!
(Isabelle) Até nós nos acostumamos com isso!
(Letícia) Pessoal, alguém viu a Fabiane e o Vicente?
(Rachel) Não.
(Loren) Os dois devem estar no tchucutchucu!
O sinal de todos os alunos irem para seus quarto tocou; os alunos antigos, que já eram acostumados, reclamaram e seguiram de voltar seus quartos. Os alunos novos, que ainda não haviam entendido, olhavam em volta perguntando para os alunos antigos o que era aquele sinal.
(Wendel) Cara, que saco! Esse colégio às vezes é meio estranho!
(Vinicius [se levantando]) Eu acho melhor irmos indo, antes que o Tony venha aqui.
(Diego) Vamos, então?
(Loren) Vamos.
Cada um, se despedindo, foram para seus quartos. Os meninos seguiram para seus quartos, reclamando. As meninas, rindo e conversando, voltaram para o quarto.
(Cena 9)
No Leblon, Victor e Lúcia já haviam chegado ao restaurante. Os dois já feito o pedido do que queriam comer; e eles já tinham acabado. Estavam na sobremesa.
(Lúcia [comendo a sua sobremesa]) Está delicioso.
(Victor) É, eu sei.
(Lúcia [olhando para Victor]) Victor...
(Victor) Que?
(Lúcia) Obrigada! Você está trazendo mais alegria para mim.
(Victor [pegando na mão de Lúcia]) Ah, Lúcia... Eu te amo... E eu quero te fazer feliz, sempre.
(Lúcia) E eu também quero te fazer feliz, sempre.
Comendo e conversando, os dois pediram a conta do jantar. Victor, pegando o seu cartão, pagou a conta... Passaram-se mais alguns minutos, e dois homens entraram no restaurante. Eles foram até a uma moça que estava na recepção. Lúcia, que era experiente, percebeu algo de estranho nos dois homens. E quando ela olhou para a recepcionista, viu que o rosto dela era de espanto. Victor, percebendo a ação de Lúcia, olhou para onde ela estava olhando e entendeu tudo. Estava tendo um assalto naquele restaurante.
Lúcia e Victor, de imediato, se levantaram; cada um pegando suas coisas. Lúcia fez sinal para que Victor fosse para a entrada.
(Victor [sussurrando]) Tudo bem, tome cuidado!
Victor, devagar, foi para a entrada do restaurante; logo depois, Lúcia que seguiu para a recepcionista, na recepção... E quando ela chegou, o que ela temia estava acontecendo; um assalto.
(Assaltante 1 [sussurrando]) Vai buscar a grana logo! Rápido!
(Recepcionista [com medo]) Mas o dinheiro não fica comigo... Fica...
(Assaltante 2 [sussurrando]) Vai logo, moça, não temos o seu tempo.
Lúcia, tirando a arma da bolsa, se aproximou mais dos dois assaltantes; sem que eles e a recepcionista vissem... Quando chegou bem perto...
(Lúcia [com a arma apontada para os dois assaltantes]) Fiquem parados, e com as mãos para cima!
(Assaltante 2) Você chamou a policia, sua vagabunda?!
(Recepcionista) Não!
(Lúcia [gritando]) EU DISSE PARA FIQUEREM COM AS MÃOS PARA CIMA!
Os dois assaltantes, virando-se para Lúcia, eles levantaram as mãos; ainda com as armas.
(Lúcia) Agora, deixa a arma cair no chão, os dois! Agora, vai, joguem as armas!
Os dois assaltantes, sem o que fazer, deixaram as armas caírem no chão. Lúcia, que já tinha tirado as algemas, foi até eles, mas primeiro, ela chamou Victor para ajudar; que chegou rapidamente.
(Victor [conferindo o relógio]) Nossa, foi um recorde. Cinco minutos.
(Lúcia) Obrigado. Agora prende esse aí.
Victor pegou um dos assaltantes e colocou as algemas nele; depois Lúcia fez o mesmo.
(Assaltante 1) Você é policial?
(Lúcia) Você o que, seu marginal?
(Assaltante 2) Eu sabia que isso era furada!
(Assaltante 1) Você que deu a idéia!
(Assaltante 2) É, mas eu tinha bebido café, e café não me cai bem.
(Victor) Muito bem, chega! Vocês discutem isso depois... Vamos.
(Recepcionista) Não! Levem eles pelos fundos... Para que ninguém veja...
(Lúcia) Tudo bem... Onde fica?
(Recepcionista) Por aqui...
A recepcionista, levou eles por um corredor que tinha uma porta. Quando ela abriu, eles já estavam do lado de fora.
(Victor) Obrigado! Vamos, Lúcia.
Lúcia e Victor seguiram para frente do restaurante, onde já havia uma viatura da polícia para levarem os dois assaltantes.
(Assaltante 1 [surpreso]) Vocês já tinham trago uma viatura?
(Victor) Cale a boca, e entre logo!
Lúcia e Victor, empurrando os dois assaltantes para dentro da viatura, foram até os dois policiais que estavam ali.
(Lúcia) Escutem, levem eles para a delegacia; e prendam-nos.
(Policial) Pode deixar, delegada!
(Victor) Vão, vão!
Os dois policiais entraram na viatura e seguiram para a delegacia.
(Victor [bufando]) Pelo visto, a noite não foi um desastre.
(Lúcia [abraçando Victor]) Só sei que hoje, eu me diverti muito. Mesmo depois de ter prendido dois assaltantes.
(Victor [surpreso]) Mesmo?
(Lúcia) Sim. E eu quero que ela termine mais linda do que nunca.
(Victor) Que bom.
(Lúcia [olhando para Victor]) Vamos lá para casa?
(Victor) Vamos.
Os dois, abraçados, foram até o carro de Victor. Depois eles dois seguiram para a casa de Lúcia.
(Cena 10)
No Colégio Elite Brasil, já era nove e cinqüenta e estava faltando exatamente cinco minutos para que Vinicius e Isabelle fossem para a Sala de Estar. No quarto dos meninos, todos estavam já deitados; quase dormindo. Vinicius, embaixo dos cobertores, já estava arrumado. Só faltava colocar o tênis, mas isso ele só faria quando saísse do quarto... Quando ele olhou à hora em seu celular, ele viu que era 21h53, então ele se levantou e colocou o tênis. Depois de ele verificar se todos estavam dormindo, saiu do quarto, em silêncio... Vinicius, rapidamente, chegou à Sala de Estar. Ele desceu as escadas, devagar para não fazer barulho, e esperou Isabelle chegar. Porém, ela chegou logo depois. Ela desceu as escadas e foi até Vinicius.
(Vinicius [nervoso]) Que bom que você chegou!
(Isabelle) Eu quero é acabar com isso logo!
(Vinicius [olhando para as escadas]) Não tem o resto do grupo?
(Isabelle [olhando para as escadas]) E quem será que vem?
(Vinicius) Não faço a mínima idéia!
E a pergunta de Vinicius e de Isabelle foram respondidas. Eles ouviram um barulho de alguém vindo, e quando eles olharam para as escadas, quem apareceu foi Tomás; que estava no mesmo quarto que Vinicius.
(Vinicius e Isabelle [surpresos]) Você?
(Tomás [descendo as escadas]) Vocês? Vocês também foram...?
(Vinicius e Isabelle [mostrando a marca]) Sim.
Tomás quando chegou perto de Isabelle e Vinicius estava completamente surpreso.
(Tomás) Então vocês também foram marcados por essa Lua?
(Isabelle) Fomos. Foi hoje. Quando estávamos vindo para o Colégio.
(Tomás) Comigo aconteceu o mesmo. Ela apareceu no meu sonho. E me marcou, e se eu tento contar para alguém, a marca começa a queimar.
(Vinicius) Com a gente acontece a mesma coisa...
E mais um barulho de passos foi ouvido, e eles olharam para a escada. E ali vinha Alice, a inimiga dos meninos.
(Alice [surpresa]) O que vocês estão fazendo aqui?
(Isabelle [em tom de ignorância]) O mesmo que você.
(Alice [descendo as escadas rapidamente]) Então, vocês também foram marcadas pela Lua Afonso? Gente, eu achava que essa história era mentira!
(Vinicius) Mas pelo o que parece, é a pura verdade!
Mais um barulho foi ouvido, e eles rapidamente, olharam para as escadas; e quem vinha era Thayná.
(Thayná [vendo quem estava na Sala de Estar]) Vocês estão aqui?
(Alice) Pelo visto, a Lua Afonso marcou bastante gente.
(Thayná [descendo rapidamente]) Vocês também?
(Isabelle) Você também foi marcada, Thayná?
(Thayná) Fui. Quando estava vindo pro Colégio.
(Vinicius) Pelo que estar parecendo, a Lua Afonso marcou todos nós quando estávamos vindo para o Elite Brasil.
Mais um barulho foi ouvido, e quem apareceu dessa vez foi Miranda.
(Isabelle) Miranda?
(Miranda) Espera ai...
(Isabelle) Bem que eu senti que você estava acordada.
(Miranda [descendo as escadas]) Mas... Vocês...
(Thayná) É o que você está pensando... Todos que estamos aqui, viemos por causa que fomos marcados pela Lua Afonso.
Mais barulhos de passos vinha do corredor, e eles novamente olharam para as escadas. E de lá, do lado dos meninos, veio dois meninos que eles nunca tinham visto.
(Alice) Quem são vocês?
(Nathan) Nathan Vieira!
(Igor) Igor Campos!
Os dois, rapidamente, desceram as escadas. E foram se reunir ao grupo.
(Tomás [contando quantas pessoas tinham ali]) Pelo que parece, eu acho que chegou todo mundo.
De repente, a Sala de Estar ficou escura. Porém se clareou. Logo depois, apareceu o espírito de Lua Afonso.
(Lua) Vocês já chegaram!
(Igor) Essa mulher de novo?
(Tomás [um pouco agressivo]) Será que você pode dizer o que vamos fazer?
(Lua [suavemente]) Eu já disse, eu quero que vocês encontrem o meu colar da Lua.
(Nathan) Mas para que você quer o colar, já que você é um espírito?!
(Lua [ofendida]) Isso não é da sua conta! E vocês vão fazer isso até a o fim! Se não, coisas ruins vão acontecer com as pessoas que vocês amam.
(Alice) Calma, nós vamos fazer, mas também não precisa ameaçar a nossa família.
(Isabelle) Será que podemos acabar com isso?
(Thayná) Eu também acho melhor.
(Lua [apontando para a escada]) Muito bem... Se vocês querem saber... Em baixo dessa escada há uma passagem que dá para os túneis do colégio.
(Alice) E você quer que a gente entre nesses túneis?
(Lua) Mas esses não são túneis comuns, e sim, túneis que dão para onde o meu pai escondeu o meu colar da Lua. Mas, enfim, vocês vão entrar e cumprir as 10 tarefas que o meu pai fez.
(Thayná) Espera aí, 10 tarefas?
(Lua) Sim. Mas vocês vão entrar com os cordões que eu vou dar para vocês.
Lua Afonso, levantando a mão, fez com que 8 cordões aparecessem nas mãos de cada um naquela Sala de Estar. Os cordões eram circular, porém, no meio do circulo havia o formatado da Lua Minguante.
(Lua) Esses cordões vão ajudá-los nas missões lá embaixo.
(Miranda) Missões? O que você quer dizer com isso?
(Lua) Que, para vocês passarem pelos túneis, vocês terão que cumprir as tarefas que estão lá embaixo.
(Vinicius) E o que esses cordões fazem?
(Lua) Eles ajudam vocês a passarem. Somente isso. E eles estão conectados com todos os tipos de enigmas na escola; então, toda vez que vocês verem um brilho vindo de alguma parede ou objeto, é a conexão do cordão.
(Alice [sem paciência]) E onde está a passagem para o túnel? Quero acabar logo com isso.
(Lua [apontando para a escada]) Ao lado da escada.
Eles, com um pouco de medo, olharam para escada. Depois, olharam para o espírito da Lua Afonso, e viram que ela sorria. Então, eles foram até a escada. Porém, eles não encontraram nada.
(Nathan) Não tem nada aqui.
Só que naquele instante, um brilho veio da escada... E, Vinicius, de imediato colocou seu cordão no brilho; e para surpresa deles, uma mini-porta quadrada se abriu.
(Igor) Você tem certeza que temos que entrar aqui?
(Lua [irritada]) Claro!
A marca de Igor começou a queimar, e ele deu um pequeno grito de dor.
(Igor [alisando a marca]) Tudo bem, eu vou entrar.
Só que naquele momento o espírito de Lua Afonso desapareceu. Deixando o grupo, ali, sozinhos.
(Vinicius) Vamos entrar?
(Isabelle) Vamos... Quero acabar logo com isso!
(Alice) Eu acho isso uma maluquice! Quem vai obedecer a um espírito?!
(Thayná) Eu achei que isso era impossível! Mas pelo visto, Alice, não é.
(Isabelle) Vamos acabar logo com isso, por favor?! Eu não quero ficar perto dessa vagabunda de rosa!
(Alice) Isso foi para mim?
(Vinicius) Meninas, chega! Será que as duas podem parar de brigar, para gente poder acabar com essa maluquice?
(Isabelle [revirando os olhos]) Tudo bem!
(Alice [revirando os olhos]) É, fazer o que!
(Vinicius) Ótimo. Vamos.
Um de cada vez, passou pela passagem. Primeiro Vinicius, depois, Alice, Isabelle, Nathan, Tomás, Thayná, Miranda e Igor.
Quando todos eles passaram, colocaram os cordões no pescoço. E de repente, uma luz vermelha e azul veio. E ela veio se aproximando cada vez mais. E quando ela se aproximou dos meninos, a luz os atravessou sem interferência alguma. Quando eles olharam em volta, viram que estava por um corredor estreito, e mal iluminado, que no final tinha uma escada. A porta, com um estrondo, se fechou.
(Alice) Gente, tem certeza que vamos fazer isso?!
(Thayná) Temos que fazer, se não...
(Igor) Pessoal, nós vamos conseguir.
(Vinicius [suspirando]) Espero que sim.
Eles, olhando para o final do corredor, começaram a andar. Um passo de cada vez. Quando eles chegaram ao final do corredor, viram a escada. E eles, sem saber o que iam enfrentar, desceram à escada; um de cada vez. Chegando ao final, eles se depararam com uma cena meio que estranha. Alice soltou um gritinho de medo.
Na frente deles havia um corredor enorme; porém, o corredor em vez de ter somente as paredes. Eles tinham paredes com lâminas. E pelo que eles estavam vendo, bem afiadas. Mas para eles poderem passar tinha que ser um de cada vez. O centímetro da parede, na opinião deles, devia ter uns 45 centímetros. E para completar, o chão somente tinha uma grande ponte de madeira que devia de ter de largura 10 centímetros. E as lâminas estavam em tudo que era canto da parede. Se eles perdessem o equilíbrio, podiam se cortar. E não podiam encostar-se a nada, senão podiam também se cortar.
(Nathan [nervoso]) É... Sem querer assustar ninguém... Mas como vamos passar por isso?

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