O Assassino da Internet: 5º Capitulo



(Cena 1)
No Colégio Elite Brasil, os alunos entraram juntos com seus pais. O Colégio era imenso por dentro, também, eles subiram por uma pequena escadaria que dava para a entrada do Colégio Elite Brasil; ali tinha uma grande porta de vidro, que quando eles se aproximaram se abriu. Para Diego aquilo era incrível. E pelo o que parecia, não era só ele que estava surpreso com o colégio, os alunos novos também estavam completamente abobados com a grandeza do colégio. Depois de passarem pela porta automática, tinha três corredores: o da direita tinha uma placa dizendo "Cantina", o da esquerda tinha uma placa que dizia "Salas de Aula" e já o corredor que estava à frente deles havia uma placa dizendo "Sala de Estar". Eles seguiram em frente, ou seja, para a Sala de Estar; andando pelo corredor, os alunos novos viam os troféus do Colégio e os quadros de aviso. Quando eles chegaram ao fim do corredor, eles viram a Sala de Estar. A sala era completamente enorme, não tinha nem como explicar. Ali podiam caber umas 300 pessoas, e ainda haveria espaço.
O diretor, Tony Rodrigues, se encontrava ali; ao seu lado estavam os funcionários. As cozinheiras, os inspetores e os professores. Todos eles tinham um sorriso no rosto.
(Thayná [sussurrando para Paul]) Esse que é o diretor?
(Paul [sussurrando]) Sim.
(Tony [sorridente]) Boa tarde, para todos vocês! Para os alunos novos, bem-vindos, e para os alunos velhos, bem-vindos de volta. Bom, eu sou o diretor Tony Rodrigues. E eu gostaria de dizer para vocês, alunos novos, que aqui no Colégio Elite Brasil não aceitamos essas músicas modernas que vocês ouvem durante o periodo de aulas, somente dentro de seu quarto e com o volume baixíssimo, e não aceitamos nenhum instrumento de música. E também não aceitamos beijos pelo Colégio, se isso acontecer, é detenção na hora. Bom, agora, vamos seguir para o nosso salão de festas... Lá temos um grande banquete para todos, me acompanhem, por favor.
O diretor seguiu para um corredor que estava ao seu lado direito, ele e os funcionários o seguiu. Todos ali na sala fizeram o mesmo; um conversando com outro, para poderem se conhecer. Isabelle e Vinicius, se entreolhando, ficaram um ao lado do outro.
(Vinicius [sussurrando]) Como aquilo pôde acontecer?
(Isabelle [sussurrando]) Não sei... Mas como ela conseguiu pegar a gente? Eu não acredito que isso aconteceu? Eu achava que era mentira essa história da Lua Alfonso... E agora, como vai ser?
(Vinicius [sussurrando]) Não sei... Mas pelo visto, se contarmos pra alguém a marca começar a queimar. Então, não podemos contar nada para ninguém.
(Loren [agarrando o braço de Vinicius]) O que os dois estão cochichando?
(Vinicius [nervoso]) Nada!
Isabelle e Vinicius se entreolharam, os dois não podiam contar nada... Se contasse a marca ardia... Mas tinham que arrumar um jeito de falar...
(Wendel) Pelo visto o Tony vai levar a gente para o salão de festas, para nos mostrar aquelas Óperas chatas dele.
(Diego) Óperas?
(Loren) É. Ano passado, no primeiro dia de aula, teve Ópera e mais uma música de Piano.
(Diego) Nossa que coisa chata.
(Fábio) Você não viu nada.
(Luciano) Mas esse Colégio parece ser legal.
(Paul) Só fica legal quando nós aprontamos, não é não?
(Letícia) É claro! E hoje, pelo visto, vamos aprontar, não é?
(Vinicius) Eu acho que hoje não, vamos fazer isso amanhã.
(Thayná [se aproximando dos meninos]) Oi, pessoal.
(Todos) Olá.
(Thayná) Tudo bom?
(Todos) Tudo.
(Rachel) Gente, vamos logo, temos que entrar no Salão.
(Vicente) E lá vamos nós!
Eles entraram no salão de festas.
O salão era grande. Em um canto tinha duas mesas cheias de comida, a frente deles tinha um palco; onde provavelmente era o palco para a tal Ópera. Cansados de ficarem carregando malas para lá e para cá, cada um arrumou um lugar para se sentar e jogar as malas em algum lugar.
(Paul [desanimado]) Pelo visto, eu to achando que vai ter Ópera aqui.
(Wendel) Que saco! Esse diretor é um mala!
Depois deles se acomodarem em seus devidos lugares, o diretor Tony foi até o palco.
(Tony) Boa tarde para todos! Hoje começa mais um ano. Mais um ano no Colégio Elite Brasil, esse Colégio, é um Colégio de respeito e dignidade. Aqui vocês têm um passo para o futuro... Um futuro promissor, onde vocês terão um trabalho digno. Agora, prestem bem atenção, esse colégio pode transformá-los em grandes empresários ou algo que dêem um grande futuro. Bem-vindos aos alunos novos... Espero que tenham um bom proveito do estudo que irão receber aqui. E aos alunos antigos, espero que continuem respeitando as regras do Colégio. E agora, podem aproveitar.
Para a surpresa de todos os alunos antigos do Colégio Elite Brasil, uma mesa de Dj foi aparecendo. E dali saiu um Dj, que tinha um visual bem maneiro, e as luzes piscando ao redor. Os alunos se levantaram, surpresos, e esperaram. O Dj começou a fazer várias mixagens, e a música "Leave It All to Me" de Miranda Cosgrove começou a tocar. Os alunos começaram a dançar, empolgados. Wendel e seus amigos, que já tinham vindo ao primeiro dia de aula no ano passado, não achavam que iam ter essa surpresa; o diretor era muito sério. Wendel, que queria conferir, olhou para o diretor; ele estava colocando os dedos nos ouvidos, para não poder ouvir a música.
(Diego [gritando para Rachel]) E vocês disseram que o diretor era um mala.
(Loren [gritando para Diego]) Mas ele é! Estamos completamente surpresos!
A música mudou, agora estava tocando "Camaro Amarelo". Mais algumas horas se passaram, e Tony foi até o microfone. Todos tinham se sentido aliviado, tinham comido e bebido. Tony, um pouco nervoso, se dirigiu aos pais dos alunos.
(Tony) Agora eu quero dizer aos pais dos alunos que se dirijam até a minha sala para os senhores assinarem os papéis com a confirmação dos seus filhos em sair aos finais de semana. E os alunos, vocês podem voltar para a sala de estar e verem quais são os seus quartos.
Uma confusão se formou, cada filho abraçou seu pai. Diego foi único a ficar sem pai para um abraço, sentindo um aperto na garganta. Porém, para a sua surpresa, Lúcia veio para perto dele, com os braços abertos. Ele não acreditava, Lúcia queria dar um abraço nele.
(Lúcia) Vem me dar um abraço!
(Diego) Sério?
(Lúcia) É claro!
Diego deu um abraço em Lúcia, aquilo foi a melhor coisa que ele podia receber...
Num canto, Alex estava no telefone; ele sussurrava, falando com alguém.
(Alex) Escute, eu já estou no colégio. Pode acabar com a raça daquele garoto... E trazer o que você sabe o que.
(Luca [pelo telefone]) Claro... Você quer que eu traga a força vital dele e a alma.
(Alex) Isso. Agora, deixa eu ir.
Alex desligou o telefone, pegou suas malas, e seguiu para a sala de estar.

(Cena 2)
No meio da pista, Luca estava a caminho do seu destino. Ele tinha que fazer o trabalho bem feito. Correndo em alta velocidade, Luca só pensava em acabar logo com aquilo e sair dali. O que Alex queria ele dava; não importava o quê.
(Luca) Okay, Luca, vamos lá!
Acelerando mais o carro, ele virou a direita. Luca parou bem em frente ao um prédio, no Leblon, que tinha cinco andares; ele ficou ali, esperando. Tinha que fazer isso logo. E o que ele queria apareceu, um adolescente saia do prédio. O menino estava com a mochila pendurada no pescoço. Ele estava tão concentrado, que nem percebeu que deixou cair o seu lápis. O garoto fechou o portão, e agora era a hora. Luca acelerou, acelerou mesmo. O que ele queria fazer, ele ia fazer. O menino, que não estava prestando atenção, não viu o carro. Luca acelerou mais quando se aproximou do menino...
Foi rápido demais, o carro bateu com tudo em cima do menino; lançando-o pelo ar e depois caindo no chão. O garoto ficou inconsciente, Luca saiu dali rápido, e não deu atenção ao que estava acontecendo. O menino ficou ali, caído, o impacto do atropelamento foi forte demais...
Alguns minutos se passaram até alguém do prédio ver o garoto caído no chão. Foi uma moça que viu ele caído; ela correu até ele.
(A moça [desesperada]) Kevin, meu Deus, tudo bem?
(Kevin [não conseguindo falar direito]) Não, pelo visto!
(A moça [desesperada]) Eu vou chamar a ambulância.
A moça pegou o celular e ligou para a ambulância.


(Cena 3)
No Colégio Elite Brasil, Lúcia tinha acabado de entrar na sala do diretor. Ela teria que assinar a autorização de Loren para passar os finais de semana em casa, somente quando ela queria.
(Tony) Ah, Sra. Garcia.
(Lúcia) Oi, Tony... Então, vamos assinar os papéis?
(Tony) Sim, vamos. Sente-se, por favor.
(Lúcia) Tony... Eu quero avisar uma coisa...
(Tony) Diga.
(Lúcia) O Diego Cipriano.
(Tony) Sim...
(Lúcia) Os pais adotivos deles não vieram. E agora eu estou pedindo a guarda dele, sabe, e se o senhor me deixar assinar os papéis dele também?
(Tony) Olha, Sra. Garcia, eu não sei... é complicado... mas... Tudo bem, pode assinar.
(Lúcia) Tony, muito obrigada. Agora, cadê os papéis?
(Tony [pegando três folhas]) Estão aqui... Os da Loren e tem também o do Sr. Cipriano.

(Cena 4)
Na Delegacia, Victor e Luciana tinham recebido uma ligação de um atropelamento.
(Victor) Então, quem vai, eu ou você?
(Luciana) Vai você. Eu fico aqui, ontem eu fui resolver aquele assassinato dos idosos.
(Victor) Tudo bem. Passa isso pra Lúcia.
(Luciana) Tudo bem.
Victor pegou seu distintivo de policial e saiu da delegacia. Luciana pegou e foi até o computador, onde os dispositivos dos celulares dos meninos estavam ativos.
(Luciana) Pelo visto, tudo está bem...
O telefone tocou mais uma vez.
(Luciana) Delegacia, boa tarde.
(XxxX) Por favor, acabou de acontecer um acidente aqui na Avenida Brasil.
(Luciana) Na Avenida Brasil? Em qual ponto?
(XxxX) Em Irajá! Na passarela 25... Venha rápido!
(Luciana) Tudo bem, estou chegando ai.
Luciana desligou o telefone, pegou seu distintivo, e gritou para alguns policiais para seguirem até a Avenida Brasil. Ela e os policias saíram de lá, às pressas.


(Cena 5)
No Colégio Elite Brasil, todos os alunos estavam na sala de estar; cada um dos alunos olhava o quadro, para ver quem seria seus parceiros. Wendel estava vendo quem seria seus amigos de quarto.
(Wendel [dando um sorriso]) É, pelo visto, são os mesmos do ano passado, só que com mais gente nova. Vai ser eu, Paul, Fabio, Vinicius, Diego, Tomás e Kevin.
(Luciano) Eu não vou ficar no mesmo quarto que você?
(Wendel) Não, mas pelo o que parece você vai ficar no quarto 15 com Théo, Ricardo, Igor, Nathan, Freddy, Élcio, Vicente e um garoto chamado Patch.
(Letícia) Patch?
(Isabelle) Que nome é esse gente?
(Patch) Com licença, esse é o meu nome.
As meninas foram olhar para ver quem havia falado, a voz tinha sido suave e atraente; as meninas ficaram nervosas, o menino era lindo. Seus olhos eram pretos, porém, convidativos, e sua pele morena.
(Patch) Quarto 15.
O garoto saiu... Isabelle, que ficou completamente encantada com o garoto, pegou e olhou para as suas amigas e deu um sorriso... Ela tinha gostado do garoto, e não via a hora de conversar com ele.
(Wendel) Vamos seguir para os nossos quartos...?
(Rachel) Ah, tá de sacanagem?!
(Fabiane) O que foi menina?
(Rachel) Vocês não sabem com quem vou dormir durante o ano inteiro!
(Letícia) Quem?
(Rachel) Alice Flores!
(Loren e Isabelle) Mentira!
(Isabelle) Hum, amiga!
(Fabiane) E falando no diabo...
Fabiane apontava para uma garota que vinha em direção ao quadro. Alice estava vestida toda de rosa; saia rosa, blusa rosa, jaqueta rosa e para completar estava com um laçinho rosa na cabeça. As meninas, que não suportava aquela garota, reviraram os olhos.
(Alice [sorrindo]) Com licença, por favor, eu estou passando.
(Loren) Gente, acho que eu ouvi uma cachorra latir.
(Alice [fazendo cara feia]) Ah, Loren, como sempre engraçadinha!
Logo atrás de Alice vinham três garotas: Carly, Mariana e Priscilla. Cada uma delas estava vestida quase da mesma forma que Alice, porém, mudava as cores; Carly estava vestida toda de azul; Mariana estava vestida toda de vermelho; Priscilla estava vestida toda de verde.
(Isabelle) Como sempre, Alice e suas seguidoras!
(Alice) Ah, Isabelle, me dá licença, tá... Eu sou muito linda e inteligente para ficar batendo boca com você...
(Priscilla) Eu pensei que a gente só fosse linda, e não inteligente.
(Alice [com tom agressivo]) Você quer parar no hospital?!
(Priscilla) Não.
(Alice) Agora, posso ver em qual quarto eu estou?
(Isabelle [fazendo uma reverencia]) Pode, claro, piranhinha!
(Alice) Como?
(Isabelle) Nada.
Todos ali, menos Carly, Priscilla, Alice e Mariana, riram. Alice, revirando os olhos, foi até o quadro e soltou um gritinho bem baixinho, porém, depois voltou ao normal.
(Mariana) O que foi, amiga?
(Alice) Eu estou no mesmo quarto que a Rachel... Ai, que nojo!
(Rachel) O mesmo eu digo para você!
(Carly) E nós? Estamos no mesmo quarto que você?
(Alice) Somente a Mari e a Pri... Você, não, Carly... Pelo visto vai ser eu, a galinha da Rachel, [Rachel, ouvindo isso, quase bateu em Alice, só que foi impedida pelos seus amigos] Mari, Pri, uma tal de Samantha, Renata e Gabriela.
(Priscilla) Alice...
(Alice) O que?
(Priscilla) Vamos logo pro nosso quarto?
(Bianca) Já vai tarde!
(Alice [se virando para Bianca]) Falou comigo?
(Bianca [dando um sorrisinho sarcástico]) Gente, acho que eu ouvi uma cadela latir? Ah, não, é só a Alice.
(Alice) Ah, garota!
(Bianca) O que foi?! Quer encarar, cai dentro!
(Paul) Briga de garotas!
Thayná, que era namorada de Paul, deu uma tapa na barriga dele, fazendo ele se calar.
(Alice) Meninas... Vamos... Eu tenho que fazer aquilo com aquela coisa, que aconteceu comigo no carro.
Alice, mostrando o dedo do meio, saiu rebolando.
(Bianca [com raiva]) Eu odeio essa garota!
(Isabelle [se virando para ver em qual quarto estava]) Okay... Vamos ver em qual quarto eu estou...
Loren, Bianca e Letícia se ajuntaram a Isabelle.
(Loren, Isabelle, Letícia e Bianca) Eba! Ficamos no mesmo quarto...
(Letícia) E ainda ficamos no mesmo quarto do ano passado.
(Vinicius) E quem são as três meninas que estão no quarto de vocês?
(Loren [vendo no quadro]) Bom, pelo que parece, elas se chamam Miranda Leão, Nora Sky e Cátia Bell.
(Diego) E qual é o numero do nosso quarto?
(Wendel) Quarto 20.
(Fábio) Então, vamos seguir para lá?
(Vinicius) Eu também acho melhor irmos... Senão, vai chegar Aquela-Que-Não-Deve-Ser-Nomeada.
(Luciano) Quem? Lord Voldemort?
Todos ali riram.
(Paul) É melhor nem dizer o nome... Vamos logo pro quarto, vamos.
(Letícia) Vamos?
(Isabelle) Não tem mais nada pra fazer aqui... Vamos.
Wendel beijou Bianca; Loren beijou Vinicius; Diego beijou Rachel; Thayná deu um beijo em Paul. Depois, cada um seguiu para seus devidos quartos... Na sala de estar tinha uma grande escada que dava para dois lugares: os quartos. O da direita os dos meninos e da esquerda os das meninas.
Subindo com as malas, Vinicius decidiu ir andando devagar para poder ficar para trás. Ele tinha que mandar uma mensagem rápida para Isabelle. Enquanto que Luciano seguia para seu quarto, o nº. 15, ele deu um aceno de até logo. Wendel, Diego, Fábio e Paul seguiram para seu quarto, o nº. 20, 5 quartos depois do quarto de Luciano.
Vinicius, que já tinha jogado as malas no chão, pegou o seu celular, o Summerphone, o qual o pai de Bianca havia dado para eles, e mandou uma mensagem para Isabelle:
ONDE VC TÁ? - Perguntou Vinicius, olhando para os lados.
ESTOU NO MEU QUARTO, COM AS MENINAS! - Respondeu Isabelle.
MAS JÁ?! O.K. ESCUTA, QUANDO DÁ 21h55 VC APARECE NA SALA DE ESTAR. - Mandou Vinicius.
O.K. VOU DESLIGAR O CEL, O.K.? FUI. - Respondeu Isabelle.
Vinicius, pegando as malas novamente, seguiu para seu quarto... Chegando lá, ele notou algumas mudanças no quarto. O quarto, agora, tinha duas janelas e um ar-condicionado.
No quarto, ali cabiam 20 pessoas e sobraria espaço; havia sete camas, todas elas tinham uma mesinha de cabeceira. Tinha um grande espaço no centro do quarto. Em cada canto havia um armário grande, onde os alunos colocavam suas roupas. O quarto estava frio, devia ser por causa do ar-condicionado.
(Wendel) Por que demorou?
(Vinicius) Deixei o meu celular cair.
(Paul [deitado na sua cama]) Amanha vamos ter aula de manhã?
(Fábio) Eu acho que não, deve ter aula somente de tarde. Mas nunca se sabe.
(Diego [olhando pela janela]) Esse colégio é grande demais!
(Vinicius) Você não viu a piscina.
(Paul) Aí, você me deu uma idéia... Vamos pra piscina?
(Wendel) Boa moleque!
Naquele momento, entraram dois meninos. Os dois olharam para os meninos que estavam dentro do quarto.
(Fábio, Vinicius, Diego, Wendel e Paul) Oi.
(Os dois meninos) Oi.
(Vinicius) Vocês são o Tomás e Kevin?
(Tomás) Sim. Eu sou Tomás Andrade.
(Kevin) E eu sou Kevin Bittencourt.
(Diego) Eu sou Diego Cipriano.
(Wendel) Eu sou Wendel Campos.
(Vinicius) Eu sou Vinicius Sullen.
(Paul) Eu sou Paul Chase!
(Fábio) Eu sou Fábio Grey.
(Tomás) É... bom... tem mais camas?
(Wendel [dando um sorriso]) Tem... Tem duas no andar de cima.
Tomás e Kevin não haviam reparado que tinha uma escada, em caracol, que dava para um segundo andar. Onde tinha dois armários e mais duas camas.
(Kevin) Ah, valeu.
Kevin pegou suas malas e subiu pela escada; Tomás, dando um aceno de cabeça, subiu também.
(Fábio) A gente ia pra piscina, vocês querem ir?
(Tomás) Vocês vão agora?
(Paul) Vamos...
(Wendel) Se quiserem, a gente espera vocês...
(Kevin) Okay... Eu vou, espera ai.
Kevin, sem nenhuma vontade de ajeitar suas coisas no armário, jogou mala com tudo em cima da cama; só tirando uma sunga de praia azul-claro de dentro da bolsa.
(Kevin) Onde é o banheiro?
(Wendel) É naquela porta ali. [Wendel apontou para uma porta branca.] Só dá pra entrar duas pessoas por vez.
(Tomás) Como?
(Fábio [dando uma gargalhada]) Calma. É que no banheiro, tem dois boxes e duas pias. Assim, ninguém se atrasa para a aula.
(Tomás) Ah, entendi.
(Kevin) Então, eu vou pro banheiro...
Kevin, com a sunga na mão, desceu as escadas e foi até o banheiro.

(Cena 6)
Na Avenida Brasil, Luciana estava a caminho. Ela estava na passarela 17, e ela tinha que chegar à passarela 25; em Irajá. No meio do caminho ela havia telefonado para Lúcia, avisando para sua amiga/delegada de que havia acontecido um acidente... Quando ela chegou ao seu destino, logo viu o que havia acontecido: um acidente de carro.
(Luciana) Mais um acidente de carro.
(Policial 1) Não é novidade para ninguém.
(Policial 2) Cadê a Lúcia?
(Luciana) Está chegando.
Eles contornaram, e chegaram ao destino... Chegando lá, eles viram que o carro havia batido na calçada e depois perdido o controle. Luciana desceu do carro de polícia e foi até onde estava o carro. Quando ela olhou lá dentro, viu que não havia sido somente um acidente, e sim, um assassinato. Na cabeça do homem, bem na testa, tinha um buraco bem grande.
(Policial 1) Assassinato?
(Luciana) Foi... Vejam se ele está com algum documento.
O policial, abrindo a porta com violência, começou a vasculhar se o homem que fora assassinado tinha algum documento; depois de procurarem, eles acharam a identidade dele dentro de sua carteira, que estava dentro do bolso dele.
(Luciana) Que nome tem ai?
(Policial 2) Edivaldo da Silva...
(Luciana) Muito bem, cadê a perícia?
(Policial 2) Está a caminho.
(Luciana) Então...
Só que naquele momento algo aconteceu... Uma série de tiros foram disparados de dentro da favela de Irajá, e os tiros estavam sendo disparados para cima da policia. Luciana e seus policias se abaixaram e pegaram suas armas... Luciana, olhando pela janela do carro, viu que tinha meia dúzia de bandidos do outro lado da pista. E dali começou uma troca de tiros intensa... Luciana, que não estava a fim de perdoar, retribuiu os tiros que eram mandados contra eles. Os dois policias que estavam com ela retribuiram da mesma forma...
(Policial 1 [gritando]) Luciana, o que vamos fazer?!
(Luciana [gritando]) Manda mais bala em cima deles!
Luciana, que era especialista, se levantou pronta para atirar... Só que não deu muito certo... Naquele momento que ela se levantou, três tiros foram acertados no peito de Luciana... Fazendo-a cair no chão.
Os tiros cessaram, e os bandidos entraram na favela. Naquele momento, os policiais ficaram nervosos.
Mas para Luciana nada mais importava... Seu corpo inteiro queimava intensamente... Parecia que haviam colocado fogo em seu corpo... Ela começou a perder a consciência... Seu coração estava começando a ficar acelerado e ao mesmo tempo perdia a aceleração... Ela sentia que estava morrendo...

(Cena 7)


Na Delegacia, Victor estava mexendo no computador; o caso dele já estava resolvido. Agora que já havia chegado, ele via como ia à operação de rastreamento nos celulares de Loren e seus amigos.
(Victor) Bom, pelo visto, vai indo bem.
De repente o telefone tocou, ele deu um pulo e atendeu.
(Victor) Delegacia.
(Policial 2) Sr. Victor, a Luciana sofreu um acidente!
(Victor [completamente surpreso]) O que?! Como isso aconteceu?!
(Policial 2) Ela levou três tiros no peito... Estamos levando ela pro hospital. Precisamos do senhor aqui. Rápido!
(Victor) Tudo bem, me passa o endereço do hospital que vocês vão levar ela!
Victor pegou um papel e uma caneta, começando anotar o endereço do hospital.
(Victor) Eu vou passar para Lúcia... Correm pro hospital com ela, rápido!


(Cena 8)
No Colégio Elite Brasil, no quarto das meninas, Loren e Isabelle estavam conversando sobre irem para a piscina depois de arrumarem as malas. As três alunas novas, que seriam Miranda, Nora e Cátia não haviam chegado. Loren, Isabelle, Letícia e Bianca ficaram esperando apreensivas...
(Bianca [pegando o biquíni de dentro da sua mala]) Será que essas alunas novas são legais?
(Loren) Ah, deve ser, Bianca...
(Letícia) Eu acho que elas estão vindo, ouvi um barulho de pessoas andando e de mala...
(Isabelle) Que ouvido, hein...
Mas naquele momento, três garotas entraram no quarto... As três estavam com uma expressão de nervosismo e vergonha quando entraram.
(Isabelle [indo até as meninas]) Oi... Vocês devem ser as meninas novas, acertei?
(Miranda) Sim... Eu sou Miranda Leão.
Miranda Leão tinha um estilo meio que de Rockeiro; suas unhas eram pintadas de preto, seu cabelo era preto, sua maquiagem era preta e suas roupas eram pretas.
(Nora) Eu sou Nora Sky.
Nora Sky tinha um visual meio que esquisito. Ela usava uma blusa verde, calça azul, óculos sem lentes e seu cabelo estava em Maria Chiquinha. Seu tênis era um Nike verde-fluorescente.
(Cátia) Eu sou Cátia Bell.
Cátia Bell tinha um visual meio que meninha; suas unhas estavam pintadas de verde e rosa, suas roupas estavam combinando com o seu cabelo; azuis, completamente chamativo.
(Isabelle) Bom, eu sou Isabelle... E essa é Loren [Isabelle apontou para Loren, que estava sentada em sua cama ao lado da dela], essa é a Bianca [Isabelle apontou para Bianca, que estava terminando de colocar o seu biquíni] e essa aqui é a Letícia [Isabelle apontou para Letícia, que estava ao lado de seu armário].
(Nora, Miranda e Cátia) Prazer.
(Letícia) Olha, meninas, eu vou pro banheiro... Tenho que colocar o meu biquíni.
Letícia seguiu para o banheiro, que era ao lado de seu armário. Nora olhou em volta a procura de uma cama disponível, mas, pelo que parecia havia sobrado uma cama no canto perto de Bianca. E tinha mais duas camas no segundo andar, porém, Nora não ia ficar subindo e descendo escada. Então, ela seguiu para a cama do canto.
(Isabelle) Tem duas camas lá em cima... E o banheiro pode ser usado por duas pessoas ao mesmo tempo.
(Nora) Sério?
(Bianca) É que o banheiro tem dois Boxes. Mas, enfim, Isabelle você vai pra piscina?
(Isabelle) Não sei... Eu to pensando...
(Letícia [gritando do banheiro]) Você vai, nem que eu te leve amarrada!
(Isabelle [levantando as palmas para o alto, deixando a marca da Lua Afonso à mostra]) Tudo bem, eu vou!
(Bianca) Isa, o que é isso no teu pulso?
(Isabelle [abaixando o pulso]) Não é nada!
(Cátia) Vocês vão pra piscina?
(Bianca) Vamos, quer ir com a gente?
(Cátia) Ah, eu quero... Mas, espera ai, hoje não vai ter aula?
(Loren) Não... Só amanha.
(Nora) Esse Colégio é muito estranho.
(Loren) Como assim?
(Nora) Ele é completamente enorme!
(Letícia [saindo do banheiro]) E coloque grande nisso! O que vocês acharam do meu biquíni?!
O biquíni de Letícia era completamente azul.
(Bianca) Lindo!
(Loren) Ridículo!
(Isabelle) Bonito!
(Miranda) Vocês são engraçadas!
(Letícia, Loren, Isabelle e Bianca) Fazemos o possível!
Todas elas riram.
(Miranda) Bom, eu posso ir com vocês pra piscina?
(Bianca) Claro... Só vocês se arrumarem, vão logo!
Nora entrou no banheiro, junto com Miranda. As duas, depois de 10 minutos, saíram do banheiro com seus biquínis. Depois foi a vez de Cátia, ela entrou no banheiro e colocou seu biquíni... Depois foi a vez de Isabelle, ela colocou seu biquíni e saiu do banheiro...
(Isabelle) Vamos?
(Miranda) Sem querer ser intrometida, mas por que você está usando esse bracelete?
Isabelle não queria contar, ela colocou aquele bracelete para não aparecer à marca. Não podia contar aos seus amigos a verdade, então, improvisou.
(Isabelle) Ah, é que eu o comprei e não tive tempo de usar... E agora estou usando ele, O.K.
(Letícia) Muito bem, vamos, então?
(Loren) Vamos!
Elas saíram do quarto gritando.

(Cena 9)
No Hospital, Lúcia e Victor estavam nervosos; Luciana estava no meio de uma operação para tirar as três balas.
(Lúcia [nervosa]) Como isso pode acontecer?! A Luciana é completamente treinada... Ela tinha que está usando colete a prova de bala!
(Victor) Calma, Lúcia.
Naquele momento, o médico se aproximou deles.
(Lúcia) E como ela está, doutor?
(Médico) Ela está fora de perigo, graças a Deus, mas, vai precisar ficar de repouso durante um mês.
(Victor) E as balas? Elas ainda...
(Médico) Não. Tiramos as três, não se preocupe...
(Lúcia) Podemos ver ela?
(Médico) Claro, venham, é por aqui.
O Médico os conduziu por um corredor, chegando ao final, tinha mais um corredor. Eles entraram no corredor da direita, e no final, chegaram a uma porta vermelha que tinha o numero 521, em cima.
(Médico) Ela não pode ficar abalada ou nervosa, então, não dão noticias fortes, por favor.
(Victor) Tudo bem.
Victor e Lúcia abriram à porta, e lá eles viram Luciana deitada. Ela estava com uma aparência boa.
(Lúcia) Como você está?
(Luciana [com a voz a rouca]) Estou meio que bem. Bom, eu levei três tiros... Nada demais.
(Lúcia) Engraçadinha!
(Victor) Já está sabendo que não vai poder ficar na delegacia?
(Luciana [bufando]) Sim. Mas, fazer o que, é a vida... Mas eu quero pegar aqueles bandidos que me acertaram.
(Victor) Você não vai fazer nada... Você vai ficar em casa.
(Lúcia) Isso é verdade. Você pode ficar bem quietinha no seu canto, escutou?
(Luciana) Até parece que eu sou um bebê! Mas, agora, Lúcia, o Victor falou as minhas duvidas de quem possa ser esse assassino que está matando esses adolescentes?
(Lúcia [olhando para Victor e depois voltando a olhar para Luciana]) Não, ele não disse nada. Quais são as suas dúvidas?
(Luciana) Sabe o Alex Borges? Aquele menino que era amigo dos adolescentes que morreram, tragicamente?!
(Lúcia) O que tem?
(Luciana) Eu acho que ele que é o Assassino da Internet!
(Lúcia) Você tem certeza?!
(Victor [atrapalhando Luciana de responder]) Quer saber minha opinião?
(Luciana e Lúcia) Não!
(Luciana) Claro! Agora, só temos que preparar tudo pra pegar ele, Lúcia!
(Lúcia) Mas isso que você está dizendo, Luciana, é muito grave! Se ele estiver mesmo matando essas pessoas...
O Médico entrou no quarto.
(Médico) Acabou o tempo de visita. A paciente precisa descansar.
(Luciana) Terminamos com essa conversa depois...
(Lúcia) Tudo bem, se cuida... Não faça besteiras.
(Victor) Melhoras... E, vai com calma, tá?
(Luciana) Pode deixar!

(Cena 10)
Na casa de Diego, os seus pais adotivos estavam nervosos. Eles tinham que agir se Lúcia queria mesmo a guarda do menino. Eles só haviam adotado Diego por causa da grande herança que os pais deles haviam deixado para ele.
(Tobi) Se ela pegar a guarda daquele moleque estamos perdidos, perdidos, entendeu?
(Sirley) Calma, Tobi... Ela não vai conseguir pegar a guarda dele.
(Tobi) Sirley, só uma pergunta, você quer perder a grana dele?! Perder todo aquele dinheiro?! Hein, me responde?
(Sirley) Tudo bem! Escuta bem... Não vamos perder a guarda dele! E se perdermos, vamos dar um jeito de conseguir ela de volta...
(Tobi) Eu creio que não!
(Sirley) Para de ser idiota, Tobi! Esse moleque acha que vai viver melhor sem a gente? Ele vai viver no inferno.
(Tobi) O que você tem em mente?
(Sirley) Deixa quieto... Quando ele pensar que está vivendo na boazinha, ele vai ver que está vivendo no inferno!

(Cena 11)
No Colégio Elite Brasil, no corredor do colégio Alex estava novamente ao celular. Ele conversava com Luca.
(Alex) Mate ela!
(Luca [pelo celular]) Tem certeza?
(Alex [em tom arrogante]) Mata ela! Entendeu! Mata ela! E os meninos, aqui, fica por minha conta!
(Luca [pelo celular]) Alex, você está se metendo numa emboscada... Deixa ela sair pelo menos...
(Alex [arrogante]) Eu disse pra matar ela! Entendeu?!
(Luca [pelo celular]) Entendi!
(Alex [arrogante]) Vai logo, e eu vou desligar..
(Patch) Oi.
(Alex [desligando o celular]) Oi... Vai pra piscina?
(Patch) Vou e você?
(Alex) Também... E qual é o seu nome?
(Patch) Patch Lobani.
(Alex) Alex Borges! Então, vamos juntos?
(Patch) Pode ser.
Patch e Alex saíram juntos para a piscina.

(Cena 12)
No Colégio Elite Brasil, na piscina, os meninos já haviam chegado. Estava ali Wendel, Diego, Paul, Fábio, Vinicius, Loren, Letícia, Kevin, Isabelle, Miranda, Nora, Tomás, Cátia. Ainda faltavam Luciano, Vicente, Rachel, Thayná e Fabiane.
(Fábio) Quem vai entrar primeiro?
(Wendel) Eu!
Wendel, jogando a toalha para Bianca, pulou dentro da piscina, espalhando água para todos os lados.
(Diego [colocando a toalha no chão]) Vocês vão ficar ai?
(Bianca) Eu? Duvido!
Diego e Bianca pularam, juntos, na piscina.
(Paul) Espera ai... Eu também vou entrar!
Paul, dando um até logo para as meninas, pulou na piscina; dando uma cambalhota para trás. Logo depois, Vinicius, Kevin e Tomás entraram na piscina.
(Bianca) Meninas, vamos logo... Vão ficar ai, sem tomar banho nessa piscina enorme?
(Miranda) Tudo bem, eu vou entrar... Vamos?
Nora, Cátia e Letícia se levantaram. As quatro olharam para Isabelle.
(Isabelle) O que foi?
(Letícia) Levanta... Vamos!
Letícia puxou Isabelle. As quatro, juntas, pularam na piscina.
(Vinicius) Que tal um pique-pega?
(Bianca) Fechou!
(Miranda) E está com quem?
(Loren) Com o Vinicius, ele que deu a idéia.
(Vinicius) Ah, isso não vale!
(Wendel) Vai logo e pare de graça!
(Vinicius) Tudo bem! Mas restabelecer regras! Nada de chutar e dá socos, entenderam?
(Diego, Loren, Letícia, Bianca, Wendel, Tomás, Kevin, Nora, Cátia, Paul e Fábio) Pode deixar!
(Isabelle) Não garanto nada!
(Loren) ISA!
(Isabelle) Que?!
(Vinicius) Estou indo, hein!
Naquele momento, todos se espalharam. Vinicius, respirando fundo, procurou um alvo para poder pegar. A pessoa que estava mais perto dele era Miranda; ele olhou nos olhos dela, depois disso, respirou e mergulhou. Ele foi a uma velocidade incrível. Vinicius seguiu em direção a Miranda... Só que, para sua surpresa, quando ele chegou onde ele tinha visto Miranda, ela já não estava mais lá.
(Wendel) Você já foi mais rápido, Vinicius.
(Paul) Eu quero ver ele me pegar...
Mas, para acabar com a brincadeira deles, Alice e suas seguidoras estavam vindo até a piscina. Depois chegaram: Fabiane, junto com Thayná, e chegaram Patch e Alex. A raiva deles era tanto, que no olhar deles denunciava tudo.
(Alice [dando um sorrisinho sarcástico]) Olha, meninas, parece que eles não cresceram! Eles ainda gostam de brincar de pique-pega.
(Isabelle [fechando os olhos]) Ai, faça isso parar...
(Nora e Cátia) Parar o que?!
(Isabelle [apontando para Alice]) A voz dessa piranha na minha cabeça!
(Mariana) Vai deixar Alice?
(Alice) Cale a boca, Mari!
(Miranda [virando para Bianca]) Quem é essa garota?
(Bianca) É a piranha do Colégio Elite Brasil... Alice.
(Alice) Piranha, só se for a sua mãe.
(Bianca [olhando para Alice, com um olhar fulminante]) O que você disse?!
(Priscilla) É surda?
(Bianca [nadando para sair da piscina]) Eu quero ver você me dizer isso na minha cara, sua bonequinha de porcelana!
(Alice [colocando as mãos na cintura]) Quer que eu repita, eu repito, piranha só se for a sua mãe!
(Bianca [parando em frente à Alice]) Ah, minha mãe é piranha! Bom, aqui está a piranha...
Bianca, sem pensar, deu um belo de uma tapa na cara de Alice.
(Letícia) É isso ai, amiga!
Alice, sem saber o que fazer, olhou para a cara de Bianca.
(Alice) Ficou maluca, garota?!
(Bianca) Maluca ficou você! Está maluca de chamar minha mãe de piranha!
Bianca voltou para piscina. Alice, com vergonha, saiu com suas seguidoras dali. Patch e Alex, com um sorriso no rosto, se aproximaram do grupo.
(Alex) O que foi aquilo?
(Bianca) E isso te importa?
(Alex) Tudo bem... Desculpe, eu não quero incomodar.
(Isabelle [sussurrando]) Já está.
(Alex) Bom, pessoal, esse aqui é o Patch!
(Patch) Olá.
(Nora) Patch?
(Patch) É minha mãe, ela que escolheu esse nome.
(Cátia) Nome estanho, mas, bonito.
(Patch) Obrigado.
Patch, colocando sua bermuda e sua toalha no chão, entrou na piscina. Alex fez o mesmo.

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