Poema - Estranhos

Ao luar contemplo 
Meu próprio paradoxo
Corpo e mente tão próximos
E ao mesmo tempo tão distantes

Tento preencher com palavras
Vazios solitários
Deixados em meu corpo
Em feridas escancaradas

Estranhos conhecidos
Me rodeiam a todo instante
O santuário de meu corpo
Agora é vazio de nomes

Talvez algum dia
Em uma viagem no silêncio
Eu encontre o Santo Graal
Fim e começo unidos

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